O desenho

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CENTRO UNIVERSITÁRIO BARÃO DE MAUÁ

FERNANDO STABILE MILIORINI
(1413711)























Síntese do Texto “O Desenho“ – Livro: Caminhos da arquitetura

Trabalho de Desenho Arquitetônico


















Ribeirão Preto – 08/2012

FERNANDO STABILE MILIORINI
(1413711)

















Síntese do Texto “O Desenho“
Livro:Caminhos da arquitetura











Trabalho apresentado ao Curso de Arquitetura e Urbanismo, do Centro Universitário Barão de Mauá como parte dos requisitos para aprovação na disciplina de Desenho Arquitetônico
Professora: DULCE MARIA DE PAULA FONSECA PALLADINIRibeirão Preto – 08/2012

O Desenho




Atualmente no campo da arquitetura, o fator estético ganha ainda mais força nos projetos e cria ainda mais raízes na sociedade moderna. A curiosidade da arquitetura moderna não possui fronteiras e seu interesse pela universalidade dos objetos que envolvem todo este campo, mostra o novo homem explorando e modificando o mundo físico e social com novosinstrumentos.
Entretanto, este conceito de que a estética é tão ou mais importante que a técnica em si, teve sua concretização recentemente, após passar por vários anos e épocas diferentes das civilizações até chegar ao contexto que conhecemos hoje. Voltando a um passado recente, na Inglaterra vitoriana, tem na definição, por exemplo, de Gilbert Scott, como eram visto os arquitetos e seus desenhosnesta época, o qual teve a infelicidade de defini-la nos seguintes termos: ”A arquitetura, como distinção da mera construção, é a decoração da construção”. Definição dita por esta ter sido uma época onde havia um grande conflito entre a técnica e a arte em si, devido ao surgimento das máquinas com suas técnicas e engenhosidades perfeitas e suas formas corretas, não havendo mais espaço para a arte esuas formas incorretas de expressão. É neste ponto em que podemos começar a falar das considerações sobre o desenho e suas formas de linguagem.

O “desenho” como palavra, segundo veremos, traz consigo um conteúdo semântico extraordinário. Esta definição semântica traz todo o fazer histórico que esta linguagem representa para a humanidade. Desde os primórdios, passando pela era das cavernas,onde os homens representavam como linguagem básica o desenho através das pinturas rupestres, até chegarmos à Grécia antiga e as definições de seus filósofos Mileto e Platão, aonde há indícios de que defendiam a técnica sobre a arte acima de tudo, pois esta, seria a melhor forma de representação e simulação da natureza e o controle que o homem poderia exercer nela através disto. Mas nem tudo se perdenos diálogos de Platão nesta época, aonde afirma que o desenho também será o desígnio, intenção, pois a arte é obra do homem e não da natureza.
Passando pela Idade Média, o arquiteto francês Pierre de Chambiges, ainda tentava definir a fundamentação e importância do desenho ao definir o mesmo como “Portrait”, retrato da obra a se fazer. Uma semântica nebulosa á procura de uma palavraespecífica. Porém, em oposição a Idade Média, o desenho encontra seu maior valor e expressão no Renascimento e nas obras, por exemplo, de Leonardo Da Vinci. Este defensor assíduo da arte do desenho e também de sua união com a técnica, aonde as duas definições poderiam caminhar juntas e se completando para a construção de uma obra maior, acima deste conflito.


Em nossa língua, a palavra desenho começaa surgir dos textos de Dom João III, em carta regida aos patriotas brasileiros, datadas do século XVI, que lutavam contra a invasão holandesa no Recife: “Para que haja forças bastantes no mar, com que impedir os desenhos do inimigo, tenho resoluto etc.”. Surge na semântica de duplo conceito que o seu uso proporciona, ou seja, na intenção, nos planos do inimigo.



Chegamos então ao...
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