O caso dos exploradores de carvenas

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FILOSOFIA E A VISÃO COMUM DO MUNDO
Raimundo Miranda Teixeira Mendes Neto


RESUMO - filosofia e a visão comum do mundo: Trata-se de problematizar a filosofia com uma visão de mundo, de analisar os fundamentos e refletir sobre a problemática que o livro acaba deixado. Trata-se de argumentar a defesa de que a filosofia épara todos e que a única barreira de não a conhecermos é deixando-a de lado. Trata-se de pensamentos corriqueiros que todas as pessoas possuem, em seu íntimo imaginar. Trata-se de argumentos lógicos e imaginários que aguçam a nossa crítica e melhoram o nosso filosofar.
Palavras-chave: a filosofia e a visão comum mundo, ensaio, mundo.
ABSTRACT - philosophy and common vision of the world: It is thephilosophy of questioning with a world view, analyze fundamentals and reflect on the problems that the book has just left. It is the defense argued that philosophy is for everyone and that the only barrier not know is leaving it aside. It is trivial thoughts that all people have in their hearts imagine. It is logical arguments and imagined that sharpen our critique and improve our philosophizing.Keywords: philosophy and common world view, test, world



Bacabal – MA,
2013.

Usarei este ensaio como pretexto para problematizar o assunto abordado no livro A Filosofia e a Visão Comum do Mundo de Oswaldo Porchat, ou melhor, para problematizar a visão do mundo com os olhos da filosofia, assunto recorrente no mundo acadêmico e fora dele; diversas formas da filosofiamanifestar-se e as outras formas de não manifestar-se; os excluídos da filosofia e a maneira correta de usar a filosofia para uma vida melhor e com mais conhecimento. Para tanto irei me basear no livro Filosofia de Antônio Joaquim Severino e no Artigo Aprender a Filosofia ou Aprender a Filosofar de Augusto César Ramos e vídeos aulas do YouTube. De inicial temos que entender que a filosofia nãoconsiste numa simples memorização do que existe em papéis ou em museus, ela está ativa em nossas vidas e tudo o que se vive é filosofia, basta tomar-se conhecimento que ela existe. Basta olhar para dentro, mesmo que por uma fração de segundos. A filosofia está na indagação de qualquer problemática, ou seja, na procura de respostas.
De acordo com o artigo “é preciso imbuir o aluno de umaperspectiva filosófica crítica, possível apenas quando se aprende a filosofar” (Augusto, César Ramos, 2007, Pg. 02), daí podemos entender a importância da tomada de conhecimento do que é filosofia desde o primeiro contato, para que se possa saber que em qualquer momento onde o mesmo se volte para seus pensamentos, entenda que aquele ato consiste em filosofia. O livro de Oswaldo Porchat remete muito aisso, pois existe um momento em que o autor se “transfigura” e perde sua alma de filósofo, vendo o mundo com olhos de humanos, e chega à conclusão que o homem comum não está apto a filosofar:” Entendo que, a menos que se queira usar a palavra "filosofia" num sentido extremamente vago e descomprometido, não se deve dizer que a visão comum do Mundo é, em si mesma, de natureza filosófica. O homem comum,em geral, não é filosófico, não faz filosofia” (Porchat; Oswaldo; pg. 26). Essa passagem me fez descordar demasiadamente com o autor, pois com essas indagações não há como dizer que um homem “comum” não faz filosofia. O ato dele se “transfigurar” e tornar-se um homem comum, como ele afirma, não o faz, de fato, comum como os outros, porque ele tem conhecimento de sua filosofia, sabe que não está emseus pensamentos, mas está com seus conhecimentos. Ora, como pode ele dizer que é homem comum e saber que é filósofo? Ou mais, saber que não está em seu corpo? Na verdade, o autor desconhece a natureza da filosofia, despreza aqueles que formam o filosofar. No ato de fugir de si próprio e perder suas influências sobre a filosofia o autor também consegue filosofar, ele só tomou conhecimento a...
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