O anticristo

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  • Publicado : 29 de março de 2012
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O livro é composto por toda uma crítica ao cristianismo e, em alguns momentos, também a Kant, com a utilização de palavras sarcásticas.
No livro, Nietzsche trata especificamente da questão docristianismo.- do qual chama de maldição – e faz críticas ferozes a religião.
O autor já começa questionando o que é o bom? O que é o mau? O que é a felicidade? E parte daí para uma complexa rede deargumentação onde demonstra como a religião cristã se apoderou de fraquezas do espírito
Chega a afimar que “o único cristão que existiu morreu na cruz”. Os valores éticos do cristianismo são os valores doplebeu, do excluído, movidos pelo ódio aos nobres e não por amor ao próximo ele diz ainda que a noção de pecado, juízo final, alma, punição e outros, são todas armadilhas do espírito. O cristão ficapreso nessa para dominar as vontades livres e “igualar” os seres humanos.
Em uma última crítica, sem medir as palavras, o autor lança as Leis Contra o cristianismo, formadas por sete artigos queofendem a religião.

Nietzsche começa o livro falando que ele se direciona aos que entendem Zaratustra, que é um livro seu, em que ele menciona o super-homem, aquele capaz de transvalorar o valor moral.Ao classificar o que é bom ou mau, ele diz que bom é tudo o que aumenta no homem o sentimento de poder e a felicidade é o sentimento de crescimento do poder de superação de uma resistência, e mau étudo que nasce da fraqueza, e é a partir daí que Nietzsche começa seu ataque ao cristianismo.
O cristianismo, segundo Nietzsche é o mais nocivo dos vícios, é a compaixão pelos fracos e oprimidos, emque o cristianismo domestica o animal homem e seus instintos, o adoece é então que surge o cristão, o homem nega a vida, nega seu corpo, suas sensações, nega o agora, o conflito e as transformações,vive enclausurado na ideia do Além, onde a vida terrena é desvalorizada, deixando o homem cego.
Nietzsche fala também da falsa ideia de progresso que o mundo moderno possui, já que progresso...
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