D.h.e.g

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1. INTRODUÇÃO




Segundo RAÚL A. MENDOZA-SASSI (2007), apesar de diversos programas e ações terem sido implementadas no Brasil nas últimas décadas, a redução dos riscos da gravidez com conseqüente melhoria nos indicadores de saúde materna está longe de ser realidade. Entre essas implementações se destacam programas de aconselhamento à gravidez, com foco para nutrição adequada, melhora daauto-estima, apoio social e redução potenciais de fatores de risco como tabagismo, alcoolismo e drogas.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE (2000) preconiza que seja realizada ao menos uma consulta cada quatro semanas até a 36ª semana de gestação e, após este período, uma consulta semanalmente até o momento do parto. Isso representa um mínimo de nove consultas no período gestacional, porém, na práticaa ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE recomenda as gestantes à realização de pelo menos seis consultas de pré-natal.

Segundo a mais atual Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde (PNDS-2006), esse acompanhamento médico permite identificar possíveis riscos à saúde da mulher, como diabetes e hipertensão arterial e repercussão de doenças no bebê. 74% das gestações feitas pelo SUS passaram por,no mínimo, seis consultas de pré-natal. “É um controle cujo resultado vai se refletir na maior qualidade do parto, da vida da mãe e da saúde da criança”, analisa o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, JOSÉ LUIZ TELLES.

Contudo a gravidez é o período que vai desde a fecundação até o nascimento, sendo um período de profundas modificações nocorpo feminino, envolvendo todos os sistemas, que se ajustam fisiologicamente à nova condição iniciando desde há primeira semana e vai até o final da gestação. As modificações emocionais e psicológicas da mulher durante a gravidez são intensas e podem variar conforme alguns fatores: planejamento anterior da gravidez; relações familiares; quantidade de filhos e fatores hormonais, nesse período podesurgir algumas doenças específicas da gravidez como: Doenças Hipertensiva Específica da Gestação, CARVALHO RMC et. al. (2006).








2. OBJETIVO



2.1. OBJETIVO GERAL




Identificar em gestantes casos de Doença Hipertensiva Específica da gestação (DHEG) e suas classificações.



2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS




- Identificação das gestantes no caso de DoençaHipertensiva Especifica da gestação e suas classificações;

- Identificação de formas de manifestação da hipertensão arterial em gestantes;

- Identificar Complicações da DHEG;

- Identificar fatores de maior incidência para complicações;

-Tratamento,

- Cuidados de Enfermagem.































3. METODOLOGIA



Realizadopesquisas em artigos científicos e livros sobre a temática Doença Hipertensiva Específica da Gestação.









































4. DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)



Segundo REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (2005), a Doença Hipertensiva Específica da Gestação é uma das complicações mais comuns e graves com índicemaior morbimortalidade materna. Esta patologia caracteriza-se por hipertensão acompanhada de proteinúria e/ou edema, sendo estes chamados de tríade da DHEG, definida por:

- Presença de pressão arterial maior ou igual a 140/90mmhg e para ser constatada, devem ser realizadas duas aferições com intervalo de 4 horas, a gestante deve estar sentada, evitando assim a compressão da veia cava peloútero gravídico;

- Proteinúria: É indicada como perda de proteínas na urina. Sendo um sinal laboratorial muito importante principalmente associada à hipertensão caracterizando um envolvimento renal. É relatado proteinúria anormal na prenhez, aquela que excede 300mg/24horas, ou pela presença de 1g ou mais por litro em uma amostra de urina de 6 horas;

- Edema: cerca de 50 a 80 %...
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