A vida quotidiana na roma antiga

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  • Publicado : 15 de março de 2013
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RESENHA CRÍTICA
LIVRO: “A VIDA QUOTIDIANA NA ROMA ANTIGA”
AUTOR DA OBRA: PEDRO PAULO ABREU FUNARI
RESENHISTA: VERONICA FERNANDA DA SILVEIRA SANTOS

SOBRE O AUTOR:
Dr Pedro Paulo Abreu Funari, Bacharel em História (USP em 1981), Mestre em Antropologia SociaL (USP em 1985), Doutor em Arqueologia (USP em 1990), Professor Titular de História na (UNICAMP em 2004), já publicou mais de 600obras, sendo elas livros, artigos e publicações em revistas científicas, dentre as tais obras está o livro “A VIDA QUOTIDIANA NA ROMA ANTIGA” . Atualmente ele atua como professor na Universidade Estadual de Campinas.

APRESENTAÇÃO:
Segundo o autor Paulo Funari, o Dr em letras, João Batista Toledo Prado, coloca muito em questão, que os brasileiros não valorizam os livros e os trabalhoscientíficos focados nas pesquisas arqueológicas e suas descobertas, mas ele acredita que este livro seja uma ótima alternativa para que o leitor consiga desfrutar desta rica literatura sobre os grafites de Pompéia e a vida quotidiana do povo romano. Para o autor é de grande importância que estudemos os costumes romanos , pois eles tinham costumes muito parecido com o nosso, apenas algumas coisas eramdiferentes, e assim passarmos a despertar de uma curiosidade em relação ao passado dos romanos.
O autor dividiu a obra em 5 capítulos, totalizando em 146 páginas, cada capítulo possui um título, sendo esses mencionados abaixo:
1. O povo e sua cultura
2. A cidade romana
3. Pompéia – A cidade romana preservada
4. O quotidiano nas paredes
5. O quotidiano dos romanos instruídos ecomuns

RESUMO:
O autor tem como objetivo e foco, mostrar a cidade romana de Pompéia, cidade da qual foi soterrada por lavas vulcânicas em 74 Dc, e contestar a teoria de que a plebe (povo), romana fosse totalmente analfabeta e de uma cultura, ou seja,de um modo de vida rústico e grosseiro, onde ele aponta provas através dos grafites, que parte do povo romano sabia ler e escrever.

RESSENHA:Paulo Funari inicia sua obra com o capítulo, “O povo e sua cultura”, segundo o autor a cultura é tudo aquilo que resulta do trabalho e da elaboração, ou seja, a invenção humana.O autor descreve ao decorrer desse capítulo, que a cultura erudita seriam as manifestações artísticas elitistas e não fazia parte do restante do povo indagada pelo autor como massa,a cultura erudita era considerada umacultura superior, somente pertencente a elite, mas isso não quer dizer que o povo mais humilde não possuía cultura, ou então possuía cultura inferior. A cultura do “povo”, apenas não era algo muito reconhecido, pois essa cultura estava ligada a suas raízes e terra natal, e é através desta cultura que podemos estudar o passado entendendo um pouco mais o passado. O autor não deixa de explicar queatualmente a cultura erudita está decaindo cada vez mais, pois os produtores culturais tem investido cada vez mais onde a cultura é mais aceita, ou seja, na cultura popular. Funari, explica que a elite romana vivia no ócio, já o “povo” vivia uma vida mais intensa, freqüentando teatros, cultos, prostíbulos, bares, assistiam luta dos gladiadores dentre outros,mas as provas mesmo estão somente nosgrafites, pois o restante de provas materiais foram destruídas com o tempo.
Funari faz uma comparação em sua obra, de que a cultura romana era muito parecida com a nossa, pois eles eram românticos, engraçados, disputavam seus amores, assim como somos hoje, mas lembrando que esta comparação ele fez devido ao que foi encontrado pelos grafites nas paredes de construções romanas.
No II capítulo, “Acidade Romana”, Funari explica que dentre essa imensidão do Império romano, ele escolheu Pompéia devido a conservação dos grafites causado pelo soterramento, e além do mais Pompéia era muito rica em termos culturais, pois tinha um grande número de libertos, além de bares prostíbulos, ou seja, tipicamente uma verdadeira e tradicional cidade romana. O autor também comenta que morar na cidade era...
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