A igreja e o estado nacional; o caudilhismo e o estado nacional; o imperialismo e o estado nacional

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  • Publicado : 21 de abril de 2013
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No livro A Formação das Nações Latino Americanas de Maria Lígia Prado irem os avaliar três capítulos que falam sobre o choque da igreja e os liberais,caudilhismo e o confronto com o imperialismo.
Maria Lígia Prado é formada em História pela Universidade Federal de São Paulo (USP).Foi professora de várias faculdades.Mestre e doutora pela USP.É apaixonada pela História da América Latina e dessapaixão resultou, além do livro em questão, o estudo “O Populismo na América Latina”.
Os capítulos escolhidos é de um livro que não requer de um estudo muito detalhado. Este livro, como nos informa na introdução, mostrar tanto ao leigo quanto ao estudante de História um painel das independências latino-americanas.Portanto a linguagem é clara e o conteúdo tão vasto.
No segundo capítulo estudaremossobre a ação da Igreja Católica, o texto começa falando de dois projetos que guiaram a formação das nações latino americanas: o projeto liberal e o projeto conservador.O primeiro,defende o federalismo e a igualdade do fim do pacto colonial. O segundo, por sua vez, defende o unitarismo, para eles a igreja devia se separar do estado. O projeto liberal foi defendido por alguns setores populares, masquem o apoiou em peso foram as elites nativas, os criollos(comerciantes e latinfundiários), enquanto os peninsulares, a Coroa Espanhola e a Igreja Católica apoiavam o projeto conservador, com certeza todos tinham algo em comum: o objetivo de impedir que qualquer modificação feita acuda os “dominados” a deixarem de ser dominados.
Maria Lígia Prado nos apresenta dois casos muito curiosos: aindependência mexicana e colombiana.No México, a independência teve o apoio dos criollos, da maioria da população e fundamentalmente de camponeses e indígenas insatisfeitos com o poder da Igreja e dos fazendeiros que usurpavam as terras. Após se libertar da Espanha, o México passou por um período de inconstância até que os conservadores passam a governar. Entretanto em 1854, os liberais assumem á frente dopoder e criam medidas que atacam os bens da Igreja. Este fato ocasiona um confronto entre liberais e conservadores. A batalha continua,ainda que a guerra tenha sido encerrada, inclusive uma tentativa de se construir uma monarquia no país é feita com a vinda do imperador austríaco Maximiliano. No entanto, os liberais vencem e o símbolo maior disso, é o fuzilamento do “candidato” á imperador doMéxico em 1867.O Estado passou a subordinar a Igreja e até hoje o anti-clericalismo é forte no país.
Um fato importante é o da Colômbia que se gerou da fragmentação da República da Gran Colômbia.Em 1840 a batalha ideológico começa. A questão mais disputa era sempre a secularização do Estado, devido a Igreja ter um poder muito grande na vida regional. Grupos que defendiam projetos liberais econservadores se alternaram no poder até que os liberais conseguiram concretizar seu poder e com isso a criar medidas que atacavam o poder da Igreja.Nos anos 70 o estado liberal entrou em crise devido a economia. No México a Igreja perde, na Colômbia, portanto, temos a situação contrária.
No capítulo “O Caudilhismo e o Estado Nacional” temos os modelos da constituição da Argentina, Uruguai, Paraguai eChile. Países que formavam na década de 1820 o Vice-Reinado do Prata e que movimentaram ao redor de uma outra questão: o caudilhismo. Abrangido como o fenômeno social do surgimento e expansão de líderes regionais (os caudilhos), ele foi um dos maiores impedimentos á formação do atual Estado argentino. Na década de 1820 arriscou unificar a região, porém foi inútil. Os caudilhos disputavam entre eles odomínio das províncias. Posteriormente a morte de dois outros caudilhos, Juan Manoel Rosas passou a ser o grande administrador da Argentina, defendendo não um projeto, mas seus próprios interesses.
Seus oponentes, enxergavam nele um exemplo do “barbarismo” e amparavam um governo centralizador capaz de levar á todo o país a “civilização”. Rosas é combatido por militares, liberais e até...
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