A gravura de escher

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  • Publicado : 26 de abril de 2011
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Esta página foi construída no âmbito de um trabalho realizado para a disciplina de "Seminário Temático" da Licenciatura em Ensino da Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,leccionada pela Professora Olga Pombo no ano lectivo de 2001/2002.

Tendo este Seminário como tema “Da Matemática à Reflexão sobre a Matemática”, achamos pertinente abordar a obra de Escher cujaíntima articulação com a matemática oferece uma excelente oportunidade para "pensar" a Matemática. Na verdade, as gravuras de Ercher estão cheias de surpresas conceptuais que vivem no limiar da realidade,entre o verosímil e o inverosímil, o possível e o impossível, e cuja chave é a Matemática. Escher podia imaginar livremente os fantásticos efeitos que desejava expressar. Mas o meio necessário pararealizar materialmente estes efeitos era a Matemática. Por essa razão, procurou adquirir formação matemática: leu inúmeros ensaios técnicos e correspondeu-se com diversos matemáticos e cristalógrafos.No entanto, apesar de as suas gravuras revelarem um bom domínio dos princípios fundamentais da matemática, Ercher exprime com frequência o pouco apreço que dá às suas próprias competênciasmatemáticas .
Esta página foi construída no âmbito de um trabalho realizado para a disciplina de "Seminário Temático" da Licenciatura em Ensino da Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,leccionada pela Professora Olga Pombo no ano lectivo de 2001/2002.

Tendo este Seminário como tema “Da Matemática à Reflexão sobre a Matemática”, achamos pertinente abordar a obra de Escher cujaíntima articulação com a matemática oferece uma excelente oportunidade para "pensar" a Matemática. Na verdade, as gravuras de Ercher estão cheias de surpresas conceptuais que vivem no limiar darealidade, entre o verosímil e o inverosímil, o possível e o impossível, e cuja chave é a Matemática. Escher podia imaginar livremente os fantásticos efeitos que desejava expressar. Mas o meio...
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