A cultura do mosteiro

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Curso Técnico de Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade

Trabalho elaborado por: Daniela Venâncio e Filipa Gaspar

História da Cultura e das Artes

A cultura do Mosteiro

Índice
Introdução 3
Os espaços de Cristianismo 4
Séculos IX-XII 4
A Europa dos reinos cristãos 5
O mosteiro 6
O poder da escrita 8
O cristão São Bernardo 9
A coroação de Carlos Magno 10A arquitectura 11
Arquitectura Bizantina 11
Arquitectura Cristã 13
O renascimento carolíngio 14
O renascimento otoniano 15
Arquitectura românica 16
A escultura românica 17
Os poderes da imagem 17
As artes da cor 19
Pintura 19
Mosaico 20
Iluminura 21
A Europa sob o signo de Alá 22
Origem e Princípios Doutrinários da Religião Muçulmana 22
O Islão 23
A expansão militar24
Expansão Económica 25
Intercâmbio de diferentes culturas 26
A Arte Islâmica 27
A Arquitectura muçulmana 29
Conclusão 30
Bibliografia/Netgrafia 31

Introdução

No âmbito da disciplina de História da Cultura e das Artes elaboramos este trabalho com o intuito de apresentar o módulo três, “A cultura do Mosteiro”.
Neste trabalho tratamos os vários temas que se englobam neste tempo,eles são:
* A Arquitectura;
* A escultura românica;
* As artes da cor;
* A Europa sob o sigo de Alá

Os espaços de Cristianismo
Séculos IX-XII

Nascida do rescaldo das invasões germânicas (séculos V e VI) e deu-se a desagregação das estrutura clássicas. A Idade Média foi um período conturbado para a História da Europa, sobretudo no Ocidente.
O combate entre o romano, emdecadência, e o bárbaro-germano, em ascensão trouxe grandes mudanças estruturais, como:
- Enfraqueceu a economia mercantil;
- Provocou o declínio e a redução dos centros urbanos;
- Desorganizou a administração pública;
- Causou uma profunda depressão demográfica.
Estas características acentuaram-se por novas invasões (muçulmanas, a partir do século VII; normandas, escavas e magiares, após oséculo IX).
O feudalismo, com a formação de uma sociedade guerreira e rural, rude e cavaleiresca foram o desenvolvimento das práticas agrícolas que contribuíram para o crescimento demográfico e para o renascer do comércio.
A partir do Ano Mil deu-se a inversão com o cessar das vagas invasoras e com o abrandamento das guerras privadas, de carácter feudal.
No século XXI, os burgos - as cidademedievais - eram símbolos do renascer da Europa, abrigando as feiras e os mercados e, à sombra das suas igrejas, as colegias e as universidades.

A Europa dos reinos cristãos

Na Europa de reinos feudais, enfraquecida, violenta e rural, uma única força se manteve em crescimento: o cristianismo.
Os bispos cristãos do Baixo-Império aproveitaram as estruturas administrativas centrais elocais, então em decadência, para congregarem as comunidades de fiéis e tornaram-se as únicas autoridades presentes e actuantes junto das populações.
A acção da Igreja, durante toda a Alta Idade Média ultrapassou as obrigações religiosas, pastorais e doutrinais, exerceu as técnicas agrícolas, da suavização dos costumes e da conservação e desenvolvimento das artes e das letras que teve como focosdifusores as igrejas e principalmente os mosteiros.
Foi esse papel civilizacional da Igreja que criou a Cristandade - comunidade de povos e nações que, professando a fé cristã criaram entre si vínculos sociais, políticos, jurídicos e culturais daí decorrentes - instalada no Ocidente.
Foi também a Igreja quem mandou construir ou reconstruir igrejas e mosteiros., incentivou as peregrinações aoslugares santos e organizou as cruzadas.
O Cristianismo deu origem no Ocidente cristão a um movimento religioso - o monaquismo.

O mosteiro

No Ocidente foi a partir dos séculos VI e VII que surgiram os primeiros legisladores da vida religiosa comunitária, como São Bento de Núrsia.
Os regulamentos - ou Regra - que este escreveu para os seus cenobitas (monges) em 529 serviram de modelo para a...
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