Violencia crontra a mulher

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  • Publicado : 31 de maio de 2011
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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Leidiane Heinemann Hélio Neto²

RESUMO

Este texto apresenta uma contextualização sobre a violência contra a mulher, que é um dado histórico cultural inegável, não somente em nosso país, mas em diversos outros lugares do mundo.Começamos a obra com um tópico importante, O Machismo. Este, que corrompe e invade a privacidade feminina, predomina até hoje sendo um carma da vida das mulheres. Seguindo o texto, o próximo tópico fala sobre a lei que ampara as mulheres no âmbito familiar e doméstico, LEI MARIA DA PENHA.
No quarto tópico discorremos sobre a emancipação feminina, que apesar de ser alcançada com vitórias econquistas, predomina até hoje com a discriminação de alguns persistentes machistas. A obra se encerra com algumas considerações finais importantes.
Palavras-chave: Machismo. Violência domestica. Lei Maria da Penha. A Emancipação feminina.

1.INTRODUÇÃO
Antes de falar sobre assunto explicitamente, deve-se voltar à atenção ao gênero da palavra violência.
Praticada não somente contra as mulheres,atinge e invade a autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro ser humano. Sendo uma espécie de coação,ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade, é um ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.
A explanaçãodeste trabalho mostrará um pouco das conquistas adquiridas com muito custo e uma longa trajetória em relação a violência doméstica, até os dias de hoje, onde a mulher vítima de agressões, além de poder sentir-se mais protegida, ainda pode contar com a punição do agressor.

2.O MACHISMO
Desde início da década de 70, a violência contra a mulher recebe crescente atenção. Esse problema incluidiferentes manifestações, como: assassinato, estupro, agressões físicas e sexuais, abusos emocionais, dentre outros. A violência pode ser cometida por parceiros, familiares, estranhos ou conhecidos. (Lilia Blima Schraiber, 08/05/2011)
Segundo a autora, ao longo da existência, a mulher foi subjugada nos seus sentimentos, pensamentos, interesses e vontades. Passou séculos sendo obrigada a um comportamentoque violava o seu livre arbítrio, sempre a mercê de um comando machista e patriarcal, que ditava as regras. Porém, a mulher vem vencendo vários obstáculos socioculturais, físicos e intelectuais, mostrando ao mundo uma incansável luta por seus direitos de cidadã e de ser humano. O homem, que deveria compartilhar de suas vitórias, na verdade ficou preso nos séculos passados, onde só fazia impor suasvontades, sem ser contestado. Hoje, diante da queda de seu império, só encontra uma forma de tentar impor: o uso da força física da ameaça e do medo.
De acordo com a autora, mesmo violando leis e códigos, os homens ainda se acham no direito de dispor das mulheres e fazer justiça com as próprias mãos, em nome da legítima defesa de seu machismo, que pensa ser incontestável. Há ainda aquela idéiaprimitiva de a mulher ser apenas um animal reprodutor.
Para que esse pensamento primitivo acabe, é preciso que o homem de hoje repense a sua masculinidade, diante da nova mulher que está ai, levantando a bandeira diante dela, e tendo respeito à sua dignidade, intelectualidade, integridade física e moral e ao seu valor como ser humano.
Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, querecebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações....
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