Um tira no jardim da infancia e a psicomotricidade

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13/8/2009

SEQUÊNCIA DIAGNÓSTICA: 8 a 10 sessões
1- Entrevista de queixa e contrato diagnóstico (entrevista inicial); 2- E.O.C.A. Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem; 3- 1º Sistema de hipóteses e linha de pesquisa; 4- Primeiras avaliações; 5- 2º Sistema de hipóteses e redirecionamento de linha de pesquisa; 6- Entrevista de Anamnese com família e escola; 7- Avaliação; 8- Diagnóstico,Prognóstico e Indicações; 9- Devolutiva para a família e para a escola.
Jorge Visca

AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO
PARTE IV PROF. ESP. VANESSA VIEIRA

INFORME PSICOPEDAGÓGICO
Ao final do diagnóstico psicopedagógico, tem-se formada uma visão global do paciente e sua contextualização na família, na escola e no meio social em que vive. É importante também identificar adequadamente oModelo de Aprendizagem predominante, o que já aprendeu, o que pode aprender, o que interfere no aprender do ponto de vista cognitivo e afetivo-social, que recursos possui, se os mobiliza ou não, que direção tomam seus interesses e motivações na busca do conhecimento. Ou seja, dificuldades e potencialidades.

O laudo ou informe tem como finalidade resumir as conclusões a que se chegou na busca derespostas às perguntas iniciais que motivaram o diagnóstico.
QUEIXA DIAGNÓSTICO

ROTEIRO PARA INFORME PSICOPEDAGÓGICO
I – Dados Pessoais Nome : ............................................................................................ ............................................. Data de Nascimento: .......................................... Idade / na avaliação :..................................... Escola: .............................................................................. Série:

II – Motivo de avaliação – encaminhamento
É necessário se relatar a queixa na visão da família e da escola, quando for o caso. Caracterizar o encaminhamento feito para um diagnóstico psicopedagógico pela escola, pediatra, neurologista, psicólogo, e outros.

MARIA LÚCIA L. WEISS

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III – Período da avaliação e número de sessões Ao se definir o período de avaliação delimita-se a época do ano letivo em que foi feita, a sua extensão, as interrupções ocorridas e suas causas.

IV – Instrumentos usados
Relata-se o tipo de sessão usada (entrevista lúdica, familiar, E.O.C.A., dramatização, etc), os diferentes testes e seus objetivos e as diferentes entrevistas.

V– Análise dos resultados nas diferentes áreas
• Pedagógica: é importante dar-se um visão do nível pedagógico do paciente de forma global e da especificidade nos diferentes campos, como, por exemplo, leitura, escrita e cálculo. • Cognitiva: identifica-se o nível da estrutura do pensamento, suas defasagens, seu funcionamento, sua modalidade predominante (mais assimilativo, hiperacomodativo, etc.).Acrescenta-se o observado sobre a capacidade de antecipação, seqüência lógica, etc.

• Afetivo-social: pode-se colocar, além dos Afetivodados pessoais no nível emocional e relacional e o significado do sintoma para o paciente e para a família, o nível de reação à escola e informações sobre a estrutura familiar que sejam importantes • Corporal: é importante situar o uso do corpo em situaçõesdiversas, aspectos de normalidade, aspectos da psicomotricidade, etc.

VI – Síntese dos resultados – hipótese diagnóstica
É a resposta mais direta à questão inicial levantada pela queixa. Faz-se um síntese do que foi analisado no item V, estabelecendo-se a relação entre as diferentes áreas em função do motivo da avaliação. Esse item é uma reelaboração dos dados e suas interligações, de modo a se teruma visão global do paciente ante a questão da aprendizagem e/ou da produção escolar e assim formular a hipótese diagnóstica final.

VII – Prognóstico
Relata-se a hipótese final sobre o estado futuro do paciente em relação ao momento do diagnóstico. É uma visão condicional, baseada no que poderá acontecer a partir das recomendações e indicações

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VIII – Recomendações e...
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