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SAÚDE DA MULHER, DA CRIANÇA E NA TERCEIRA IDADE

A Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno tem como objetivo elaborar as diretrizes políticas e técnicas para a atenção integral à saúde da criança de 0 a 10 anos de idade.
Entre as atividades desenvolvidas, destacam-se as seguintes:
Elaborar, desenvolver e apoiar projetos junto aos Estados e Municípios
Além disso, emitirpareceres sobre questões referentes à saúde da criança, sejam projetos de lei ou por solicitação da Consultoria Jurídica ou de outros setores do Ministério da Saúde. Participar de projetos desenvolvidos em conjunto com outras áreas desse Ministério.
Considera como uma de suas prioridades mais importantes a saúde da criança negra, quilombola e indígena e a população de crianças que vivem nas regiões doSemi-Árido e da Amazônia Legal. No momento estão sendo desenvolvidos projetos para implantar ações integrais de atenção à criança nas duas regiões citadas. A grande dificuldade é a inclusão da população indígena nessas ações por não ter sido possível até o momento uma integração efetiva com a FUNASA.

Atenção ao recém nascido

No Brasil, existem cerca de 16 milhões de crianças com idadeinferior a 5 anos. Deste grupo, cerca de 23% das mortes acontecem por doenças infecciosas, respiratórias ou distúrbios nutricionais – o que pode ser explicado pela fragilidade neste período de aceleração do crescimento.
Nesta fase, a criança também está mais sujeita aos riscos oferecidos pelo ambiente.
Com o objetivo de modificar esta situação, estratégias de impacto coletivo têm sido adotadas e vêmmostrando resultados satisfatórios. A criação do Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança (PAISC), em 1984, iniciou a reestruturação do atendimento às necessidades da saúde da criança com cinco principais focos de atenção: crescimento e desenvolvimento, aleitamento materno, orientação nutricional, assistência às doenças diarréicas e infecções respiratórias agudas (IRAs) e imunização.Utilizando essa abordagem, os serviços de saúde, em conjunto, atingiram alguns objetivos que tiveram influência positiva nas condições de saúde infantis: redução das taxas de mortalidade na infância, diminuição da mortalidade por doenças diarréicas e por IRAs, diminuição da ocorrência de desnutrição na infância e controle das doenças imunopreveníveis, incluindo-se aí a erradicação da poliomielite.Entretanto, ainda há muitos problemas e obstáculos a serem superados para que se mantenham as conquistas atingidas e minimizem-se outros agravantes à saúde da criança. Por exemplo, ainda temos altas taxas de mortalidade perinatal, alta prevalência de recém-nascidos de baixo peso, grandes diferenças entre as condições de saúde nos meios rural e urbano e altos índices de gravidez na adolescência.Nas atividades desenvolvidas pelas equipes dos Programas Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde, destaca-se a Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) e a inserção dos enfoques da saúde da criança.
A AIDPI é uma estratégia que visa integrar
as ações de promoção de saúde da criança, por meio da assistência aos aspectos preventivos e curativos. É executada com umaabordagem por diagnóstico sindrômico, ou seja, realizado considerando os sinais e sintomas apresentados pela criança e/ou relatados por seus responsáveis.
A principal característica da AIDPI é a “focalização da atenção nas populações de maior risco e a revitalização do nível primário de atenção, tornando-o mais resolutivo e capaz de prestar atendimento de qualidade às patologias de maior prevalênciana população infantil”.
Para utilizarem-se desta estratégia, os profissionais de saúde passam por treinamento específico, o que os torna capazes de avaliar rapidamente todos os sintomas da criança, sem excluir problemas importantes. Por exemplo, avaliar se a criança está gravemente doente ou não, se necessitará ser referida a um hospital com urgência ou se o tratamento pode ser feito no...
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