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(Capítulo 10 – As filosofias políticas [1])

Questões

1. As inspiradas no mito das Idades do Homem ou da Idade de Ouro, As inspiradas pela obra do poeta grego Hesíodo, O trabalho e os dias, As teorias que afirmam que a política decorre da Natureza e que a Cidade existe por natureza.

2. Leis e legislador garantem a origem racional davida política, a obra da razão sendo a ordem, a harmonia e a concórdia entre os humanos sob a forma da Cidade. A razão funda a política.

3. O desenvolvimento das técnicas e dos costumes leva a convenções entre os humanos para a vida em comunidade sob leis. A convenção funda a política.

4. Os humanos, falantes e pensantes, são seres de comunicação e é essa a causa da vida emcomunidade ou da vida política. Nessa concepção, a Natureza funda a política.

5. Era a justiça na comunidade.

6. Para os sofistas, a polis nasce por convenção entre os seres humanos quando percebem que lhes é mais útil a vida em comum do que em isolamento.Convencionam regras de convivência que se tornam leis, nomos. A justiça é o consenso quanto às leis e a finalidade da política é criar epreservar esse consenso. Para Platão, os seres humanos e a polis possuem a mesma estrutura. Os humanos são dotados de três almas ou três princípios de atividade: a alma concupiscente ou desejante (situada no ventre), que busca satisfação dos apetites do corpo, tanto os necessários à sobrevivência, quanto os que, simplesmente, causam prazer; a alma irascível ou colérica (situada no peito), que defendeo corpo contra as agressões do meio ambiente e de outros humanos, reagindo à dor na proteção de nossa vida; e a alma racional ou intelectual (situada na cabeça), que se dedica ao conhecimento, tanto sob a forma de percepções e opiniões vindas da experiência, quanto sob a forma de ideias verdadeiras contempladas pelo puro pensamento. Aristóteles terá uma teoria política diversa da dos sofistas ede Platão.Para determinar o que é a justiça, diz ele, precisamos distinguir dois tipos de bens: os partilháveis e os participáveis. Um bem é partilhável quando é uma quantidade que pode ser dividida e distribuída – a riqueza é um bem partilhável. Um bem é participável quando é uma qualidade indivisível, que não pode ser nem distribuída, podendo apenas ser participada – o poder político é um bemparticipável. Existem, pois, dois tipos de justiça na Cidade: a distributiva,referente aos bens econômicos; e a participativa, referente ao poder político. A Cidade justa saberá distingui-las e realizar ambas.

7. Arche – o que está à frente, o que tem comando – e kratos – o poder ou autoridade suprema.

8. Monarquia ou governo de um só (monas), oligarquia ou governo de alguns (oligos),poliarquia ou governo de muitos (polos) e anarquia ou governo de ninguém (ana).

9. Autocracia (poder de uma pessoa reconhecida como rei), aristocracia (poder dos melhores), democracia (poder do povo).

10. A primeira delas é a distinção entre regimes políticos e não políticos - Um regime só é político se for instituído por um corpo de leis publicamente reconhecidas e sob as quais todosvivem, governantes e súditos, governantes e cidadãos. Em suma, é político o regime no qual os governantes estão submetidos às leis. Quando a lei coincide com a vontade pessoal e arbitrária do governante, não há política, mas despotismo e tirania. Quando não há lei de espécie alguma, não há política, mas anarquia.; a segunda, a da transformação de um regime político em outro - Para Aristóteles,avariação dos regimes políticos depende de dois fatores principais: a natureza ou índole do povo e a extensão do território.Assim,por exemplo,um povo cuja índole ou natureza tende espontaneamente para a igualdade e a liberdade e cuja cidade é de pequena extensão territorial,naturalmente instituirá uma democracia e será mal-avisado se a substituir por outro regime político.; a terceira se refere à...
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