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  • Publicado : 4 de junho de 2012
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a) Ler o livro O Príncipe, de Maquiavel;
b) Resumir as principais idéias dos capítulos assinalados abaixo;
c) Tomar uma posição pessoal em relação aos capítulos assinalados em negrito:
d) No site http://www.renatojanine.pro.br/FiloPol/pensador.html, ler o artigo Um pensador da ética e elaborar um comentário;
e) Bibliografia: Maquiavel, o Príncipe. São Paulo: Abril, 1980. Coleção OsPensadores. Capítulos VIII, IX, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXIII, XXV;
b) Capítulos:
VIII - Os que com atos criminosos chegaram ao governo de um estado: tratou dos valores dos seus compatriotas, da traição dos amigos, da conduta sem fé, piedade e religião; que são métodos que até podem te levar ao poder, mas jamais a glória, da inteligência e agilidade de corpo e mente para tornar-se um chefe datropa, ressaltou a grandiosidade do Papa Alexandre e do seu filho César juntamente com os seus empreendimentos e atribuições. De ao tomar um Estado “o conquistador deve praticar todas as suas crueldades ao mesmo tempo, evitando ter que repeti-las a cada dia; assim tranquilizará o povo, sem fazer inovações, seduzindo-o depois com benefícios”. O capítulo também tratou da importância das injúrias seremcometidas juntas, de forma a ofender menos, e os benefícios gradualmente, para serem melhores observados e apreciados.
IX - O governo civil: governo civil – o cidadão que se torna soberano pelo favor dos seus concidadãos, dependerá da astúcia assistida pela sorte. Ressaltou que quem chega ao poder com o auxílio dos ricos tem maior dificuldade de se manter nele do que, por exemplo, quem chega como auxílio do povo. A nobreza quer oprimir, enquanto o povo proclama evitar a opressão. Aquele que se tornar príncipe através do povo, deve se manter amigo deste, e fará assim uma relação de fidelidade.
XV - As razões pelas quais os homens, especialmente os príncipes, são louvados ou criticados: o autor citou a opção de praticar a bondade em tudo o que se faz, mas que da mesma forma estariacondenado a penar entre todos aqueles que não são bons, portanto as pessoas deveriam saber usá-la, que os príncipes não são imaginários, possuem características de miseráveis, liberais, generosos, cruéis, entre outras. Concluindo assim que: “se refletir bem, será fácil perceber que certas qualidades que parecem virtudes podem levar à ruína, e outras que parecem vícios, trazem como resultado o aumento dasegurança e do bem-estar”.
XVI - A liberalidade e a parcimônia: o príncipe que tiver prejudicado muitos e beneficiado apenas alguns com sua liberalidade sofrerá inúmeros perigos, sendo nomeado como miserável. E para ser prudente ele não deverá aceitar isso, graças à sua parcimônia terá recursos contra os inimigos que tenham sede de atacar. O autor deu o exemplo de um rei da Espanha, que nãoteria tanto êxito em sua carreira se tivesse fama de liberal. Mas há uma divisão: não deve ser liberal aquele que já é príncipe, ao contrário do que aquele que está a caminho para isso, que é indispensável e de fato, necessário.
XVII - A crueldade e a clemência. Se é preferível ser amado ou temido: todos os príncipes devem preferir ser considerados clementes, e não cruéis, devem agir de formaequilibrada, prudente e humana. Chegou-se a conclusão de que é preciso ser amado e temido ao mesmo tempo, se fazendo temido de tal forma que mesmo sem o amor dos seus súditos, não ganhe o ódio, é essencial a conquista de amizades verdadeiras e não compradas. E quando estiver com o seu exército, deve nesse caso se manter cruel, para deixar suas tropas unidas e prontas para qualquer tarefa.
XVIII - Apalavra dos príncipes: a importância do cumprimento das promessas, ser fiel a elas, quem quiser enganar encontrará sempre alguém que também queira fazer o mesmo. Exemplo: Alexandre VI, que em sua vida toda viveu de enganações, embora tivesse muito êxito. Um príncipe deve estar sempre com a mente aberta para ajustar-se a todas as direções e saber como lidar com elas. Famosa frase de Maquiavel: “Os...
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