Trabalho no sisal

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA – UNEB
PLATAFORMA PAULO FREIRE – PARFOR
CAMPUS XIV – CONCEIÇÃO DO COITÉ

TRABALHO NO SISAL

VALENTE – BA
JANEIRO / 2013.
Geane Ramos de Andrade

TRABALHO NO SISAL

Trabalho apresentado a Universidade do Estado da Bahia – CAMPUS XIV, PARFOR – Pedagogia como Avaliação Parcial da Disciplina de Ensino da História II, solicitado pela Professora MariaAlba Guedes.

VALENTE – BA
JANEIRO / 2013.
Tema: Trabalho no Sisal
Recorte: Processo do trabalho do sisal.
Sujeito histórico: Os trabalhadores do sisal.Justificativa:
O sisal foi difundido inicialmente no Estado da Paraíba e somente no final da década de 1930 na Bahia. Sabemos a importância que tem o “ouro verde” na região sisaleira, pois vem proporcionando aos moradores do município de Valente emprego e renda,facilitando o modo de vida das pessoas, particularmente pelo fato de sediar uma grande cooperativa de beneficiamento do sisal. A APAEB que é um grande exemplo com união, responsabilidade e compromisso dos pequenos agricultores que superam grandes obstáculos.

Introdução:
Vale lembrar que do sisal utiliza-se principalmente a fibra para fabricação de artesanatos. Que é a produção de tapetes,carpetes, pãozeiras, porta joias, bolsas, lembrancinhas, cordas, cortina em macramê etc.
São utilizados para decoração de casas, estofados de veículos e etc.
Conteúdos:
- Economia;
- Profissões;
- Meio ambiente;
- Tipos de climas;

Desenvolvimento:
Como era.
Essa pesquisa teve como embasamento também o depoimento do Sr.º Raimundo residente na fazenda Vargem Grande Município deValente-BA que a muitos anos, trabalhou no Sisal,sendo que até hoje utiliza o farracho principalmente no período da seca para alimentar seus animais. Entretanto o mesmo vem nos relatar, que era um trabalho realizado manualmente com o auxilio de um objetivo chamado farracho utilizado no processo de retirada da fibra. Só a partir da década de 1960 chegaram os primeiros motores de sisal na região,porém continua sendo um trabalho muito árduo e exige muitos esforços físicos, funcionando em condições precárias, caracterizado como um processo de trabalho perverso, de exploração da mão de obra feminina e infantil e de exposição da mão de obra masculina com frequentes mutilações resultantes do uso intenso do motor de sisal numa jornada média de 12 horas diárias.Como foi evoluindo.
Coletamos também os relatos do Sr.º João Gordiano residente do povoado de Queimada do Curral onde o mesmo nos fala, que com relação às máquinas melhorou, pois passou do farracho para o motor de sisal, facilitando assim a execução do trabalho. Quanto à questão financeira, o sisal vem aumentando o preço do quilo muito pouco a cada década e às vezes sofrendo quedas nopreço a exemplo de depoimento de pessoas da comunidade que testemunham que entre 5 a 10 anos atrás o valor do quilo da fibra do sisal era R$ 1,14 e hoje esta em torno de R$ 1,10.
O preço pago ao produtor em agosto/2012 (R$ 1,10/kg) esta abaixo do novo preço mínimo de R$ 1,24/kg (vigente a partir de junho/2012). O preço mínimo estabelecido pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento)juntamente com outras ações como o PGPM (Politica de Garantia de Preços Mínimos), o PEP (Premio de Escoamento de Produção) ações desenvolvidas pelo Governo que muitas vezes depende da demanda do mercado.


Como está.
Nos dias atuais, o trabalho do sisal esta sendo executado por pessoas que geralmente não tem outras opções, sendo a única alternativa de trabalho o motor de sisal....
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