Trabalho escravo rural no brasil

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  • Publicado : 6 de maio de 2012
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Trabalho Escravo Rural no Brasil






Trabalho em condições análogas à escravidão, trabalho semi-escravo, condições degradantes de trabalho. Há muitas formas modernas de qualificar o que os antigos chamavam simplesmente de escravidão. É quando a pessoa trabalha praticamente só em troca de comida e abrigo, é desrespeitada nos seus mínimos direitos, e se torna cativa de quem a contrata.
Otrabalho rural traz nesta pesquisa a visão do Direito Agrário. É posto como uma opção ao desemprego no Brasil, em virtude do leque de alternativas que apresenta, enquanto atividade que demanda força de trabalho produtiva. O trabalho rural, vem há muito sendo opção e talvez a única para muitas famílias de origem simples principalmente as das regiões norte e nordeste do Brasil. Já que o ramo sócresce e o trabalho pode ser desenvolvido de crianças ate idosos, embora isso esteja errado. As modalidades de trabalhador são discorridas de acordo com as funções que ele apresenta: pequeno produtor, produtor familiar, assentado, empregado rural, parceiro, arrendatário, bóia-fria, safreiro. A economia agrária voltada para a produção familiar é o modelo apresentado como saída para o desemprego, tendoem vista a absorção da mão-de-obra, a geração de alimentos mais baratos, a promoção em cascata de outros empregos alternativos e a socialização que ela promove. Os problemas decorrentes da mecanização, o trabalho infantil, o trabalho escravo são apresentados como os desatinos do meio rural. Assim como a criação das cooperativas fraudulentas que retiram os direitos dos trabalhadores rurais.
O MST,é o órgão que luta pela dignidade do trabalhador rural, visando a melhoria e a fiscalização do trabalho escravo e semi-escravo no Brasil.
Alguns chefes de família por se verem sem saída optam por trabalhar por salários míseros e em situação sub-humana só para poder garantir pelo menos a comida de sua família, já que luxos como televisão, internet, roupas e sapatos da moda são mesmo impossíveisa seu ver. Com isto homens e mulheres acabam se entregando a propostas e ilusões de um emprego digno e salário justo e quando vêem a realidade já estão sendo escravizados e estão presos nas mãos dos responsáveis pela safra e sem dinheiro para voltar pra casa, com isso são forçados a trabalharem sem vontade e por nada.
Em Pernambuco, há o chamado Polígono da Maconha, A região abastece o nordeste evárias cidades do país. A polícia sabe onde estão as plantações de maconha. Se é assim, por que não consegue eliminar o problema? Muitos trabalhadores se deixam envolver por que sabem que trabalhando dignamente o salário que irão receber não dará para sustentar suas famílias então aceitam cultivar maconha e conseguem um pouco mais na renda no final do mês. Os Trabalhadores escravos ganham muitoabaixo de um salário mínimo, cerca de R$ 50,00 ou R$ 25,00 por mês, eles moram em condições precárias humanas, e alguns deles moram muito longe da sede da fazenda, no meio do mato, como bichos, sem higiene nenhuma. Com isso os Fazendeiros donos da fazenda e da terra, os usam porque eles não tem carteira de trabalho e nem estudo para enfrentar uma empresa e assim ficam nas mãos de aproveitadores esem condições de sair desta vida e as vezes sem condições ate de voltar para casa, já que alguns são levados ate para outros estados. A maioria dos fazendeiros obrigam os trabalhadores a gastarem em suas mercearias e no final do mês o trabalhador deve mais do que recebe e assim o fazendeiro sempre fica com o lucro mantendo-os assim presos por dividas que nunca findam, pelo contrario só aumentam.Importante salientar que o art. 9º, a e b, e §1º da lei nº 5889/73 estabelece limite aos descontos a serem efetuados no salário do empregado, sendo que máximo é de 20% (vinte por cento), pela “ocupação ou morada” e de até 25%¨(vinte e cinco por cento) “pelo fornecimento de alimentação sadia e farta, atendidos os preços vigentes na região” e, ainda, previamente autorizadas pelo empregado, sob pena...
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