Trabalho de psicologia juridica

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TRABALHO DE PSICOLOGIA JURÍDICA

PROFESSORA: CARMEM SILVIA

NOME: FLOVERSON FABIANO VARELLA PINTO - RA: A8396E-7
THATIANE C. GOMES DE ARAÚJO - RA: B05996-6

CURSO: DIREITO
TURMA: DR1P31
CAMPUS: INDIANÓPOLIS

PRÁTICAS PSICOLÓGICAS EM VARAS DE FAMÍLIA
(separação e adoção)

1. A Prática Psicológica introduzida no Direito em Varas de Família

Os psicólogosjurídicos atuam principalmente junto as Varas de Família,
vinculados assim mais aos processos jurídicos. Porém alguns desses
psicólogos estão se preocupando também a buscar uma atuação a serviço da
cidadania, acreditando num trabalho que a informação não deve ser repassada
apenas aos juristas, como também aos indivíduos que necessitam de
intervenção, de modo que essa ação não seja estigmatizantee de controle
social.
A ação do Juiz é insuficiente para regular as relações entre os
membros e de parentes da mesma família. O Psicólogo deve comunicar-se
com o Juiz, sendo suas opiniões convergentes ou não, para isso ele deve estar
a par dos critérios jurídicos que norteiam os deveres e direitos parentais.

2. Adoção- Definição

Numa visão ampla, a adoçãocaracteriza-se essencialmente pelo fato de
um indivíduo assumir legalmente como filho (a) uma criança ou adolescente
nascido (a) de outra pessoa.

A adoção é uma construção social com inúmeros valores culturais e
históricos. Seria um processo pelo qual os indivíduos passam para transformar
uma criança em filho (a) para poderem exercer um papel parental de proteção,
cuidado e amor para com acriança.

2.1. Entrevista com Psicólogo Jurídico

Marília Barros de Aguiar
Psicóloga do Judiciário.
Matricula: 815017.
Fórum Regional III - Jabaquara - TJ/SP-SP
FONE: 5574-0355 Ramal 5210 E 5211
ST- SÇ PSIC. DA Vara Infância e Juventude

Quando um psicólogo jurídico da Vara da infância e juventude é procurado?
R: Sempre que há direitos e interesses o psicólogo é chamado para avaliar osaspectos psico-afetivos e emocionais envolvidos na ação de autor e réu nos
argumentos pedidos e as conseqüências que isso poderia trazer para aquelas
crianças e adolescentes.
 
Quem pode e quem não pode adotar?
R. Essa duvida é muito freqüente para os leigos. Todos podem adotar,
seguindo os seguintes requisitos: os casados, os solteiros, os pares homo-
afetivos (mas neste caso, a guarda sósai no nome de um) e é claro, para
adotar é preciso ter mais de 21 anos de idade e mais de 16 anos de diferença
da idade da criança.
 
Como funcionam as etapas para a adoção?

1-Avaliação e inscrição dos candidatos;
2-Entrar na fila de espera (local e nacional);
3-Contato com a criança (onde recebem a história da criança);
4-Inicio do estágio de convivência que é acompanhado até aconclusão.

Lembrando que  para qualquer adoção aconteça é preciso que os genitores sejam
destituídos do poder de família.
 
Qual o gasto para a adoção de uma criança?
R. Todo o processo é gratuito. A única coisa exigida é que o candidato
tenha uma condição financeira suficiente para dar vida digna aquela criança.
 
Ao avaliar o candidato, como vocês identificam se a criança vai ou não seadaptar?
R. Eu, particularmente, consigo identificar só pelos gestos da criança, pela
expressão corporal e é obvio pela conversa, mas mesmo um bebê que ainda
não fala já tem sua linguagem corporal que pode ser "ouvida", e interpretada.
 
 
Até onde uma adoção tardia de uma criança é mais complexa que a adoção de um recém-nascido?
R. Todo tipo de adoção é complexa, porque são relações entreos seres
humanos. As crianças estão em fases diferentes e a abordagem que fazemos
também tem que ser diferenciada.
 

Quando se deve contar à criança que ela é adotada e como fazer isso?
R. Desde o primeiro dia em que ela chegar na sua casa, independente da
idade. O indicado é contar uma historinha na qual a criança é a personagem
principal e o candidato (pai ou mãe) o deseja...
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