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Fichamento

Capítulo 1

1.0 A ansiedade pulsava no interior de alguns jovens. Movidos pela euforia, percorriam como crianças os corredores das salas de aula da faculdade de medicina.
1.1 Chegando o grande dia, [...]. Os novos alunos nos teriam a primeira aula de anatomia. Desvendariam os segredos do objeto mais complexo da ciência: o organismo humano.
1.2 [...] Os alunos viram 12 cadáverescompletamente nus, deitados rígidos, com o peito e a face voltados para o teto.
1.3 [...] Entre eles o de um velho, cuja pele estava sem brilho, mais o rosto expressava doçura. p.3
1.4 Procurando controlar o impacto inicial, o Dr. George, chefe do departamento de anatomia, pediu silencio.
1.5 Começou a aula. p.4
1.6 [...] Tudo transcorria normalmente como em todos os anos, até que umaluno subitamente levantou a mão. Seu nome era Marco Polo. p.5
1.7 O Dr. George não gostava de ser interrompido [...] Desprezou o gesto de Marco Polo. [...] Para não fazer papel de tolo, o jovem abaixou a mão. p.5


Capítulo 2

2.0 Marco Polo estava inconformado pela maneira como fora tratado por seu professor.
2.1 [...] foi atrás dos papéis que registravam a entrada doscadáveres. [...] A informação foi colhida por uma das assistentes sociais do hospital da faculdade.
2.2 Ela relatou que o velho possuía um apelido bizarro: poeta da vida. [...] Um mendigo maltrapilho, apelidado de Falcão [...], identificou o corpo. p.7
2.3 O jovem procurou durante dias seguidos o tal Falcão na praça central. [...] Abordava qualquer mendigo que encontrava.
2.3 Derepente, cinquenta metros a sua frente, viu um mendigo abordando os transeuntes num local movimentado. p.8
2.4 Aproximou-se dele [...], e perguntou-lhe se conhecia o tal Falcão [...] O mendigo não deu resposta. Levantou-se e partiu em profundo silencio.
2.5 O jovem estudante ficou paralisado em sua inteligência. p.9

Capítulo 3

3.0 Seu pai sempre fora um admirador do italiano Marco Polo,um dos maiores aventureiros da história. [...] e por isso dera seu nome ao filho.
3.1 Uma frase dita e repetida pelo pai ecoava na sua mente: _Meu filho, os aventureiros realizam suas conquistas e as demais pessoas os aplaudem. Saia sempre do lugar-comum!
3.2 [...] Teve uma ideia incomum para romper as barreiras e distâncias entre ele e o mendigo pensador: “preciso tornar-me um deles”, imaginou.Capítulo 4

4.0 No encontro seguinte [...] novamente foi trajado de mendigo. p.16
4.1 Enquanto Falcão e Marco Polo se divertiam [...] perto deles, um jovem [...], roubou, pelas costas, a bolsa de uma senhora idosa.
4.2 Ao perceber que estava sendo perseguido, [...] atirou a bolsa no colo de Falcão, que se levantou para procurar a dona. Os policiais, ao passar por ele viram a bolsa.[...] agarraram-no. p.17
4.3 Ao ver o amigo caído e ferido, Marco Polo tomou uma atitude inesperada, dizia: _Fui eu! Fui eu! Fui eu que roubei a bolsa! Ele é inocente!
4.4 [...], os policiais simplesmente trocaram as algemas de pulsos. p.18
4.5 Uma hora depois apareceu uma testemunha para depor espontaneamente.
4.6 Marco Polo deixou o templo da justiça. p.20

Capítulo 5

5.0 Nooutro dia, Marco Polo foi novamente encontrar o amigo. Trajava roupas usuais.
5.1 Falcão, desta vez, o aguardava.
5.2 [...] Sentaram-se e tiveram uma longa conversa.
5.3 Marco Polo estava boquiaberto com as revelações de Falcão sobre o poeta da vida. p.21
5.4 Contou que o poeta era um médico respeitado na sociedade. Casou-se e foi apaixonado.
5.5 Certa vez, toda a sua família viajava decarro, chovia muito [...], ele perdeu o controle do carro e sofreu um grave acidente. Toda sua família se fora.
5.6 Como consequência, teve sucessivas crises depressivas. Nada o consolava. p.23
5.7 Não tentou suicídio, não desistiu de viver, mas fugiu do hospital e saiu sem destino pelo mundo. p.24
5.8 Marco Polo leu seu silencio. [...] tocou em seus ombros afavelmente em sinal de compreensão....
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