TEORIA

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Keynes escreveu quatro prefácios, para as edições em inglês, alemão, japonês e francês, cada um com uma ênfase levemente diferente.

No prefácio inglês, ele dedica o livro aos seus colegas economistas, embora mencione que ele espera que será útil para as outras pessoas que o lerem. Ele também afirma que a conexão entre este livro e o seu Tratado sobre o Dinheiro, escrito cinco anos antes,provavelmente será mais claro para ele do que para qualquer outra pessoa, e que qualquer contradição deveria ser vista como uma evolução do pensamento.

Livro I: Introdução[editar | editar código-fonte]
O primeiro livro introduziu o que Keynes afirmava que seria um livro que mudaria o jeito que o mundo pensa.

Capítulo 1: A Teoria Geral (apenas metade de uma página) consiste simplesmente destaafirmação radical:
"Chamei este livro de 'A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda', colocando a ênfase no prefixo geral. O objeto de tal título é contrastar o caráter de meus argumentos e conclusões com os da teoria clássica do assunto, sobre a qual fui educado e que domina o pensamento econômico, tanto prático como teórico, do governo e aulas acadêmicas desta geração, já há mais de cem anos.Vou argumentar que os postulados da teoria clássica são aplicáveis ​​a um caso especial e não apenas para o caso geral, a situação que ela assume ser um ponto de limite das posições possíveis de equilíbrio. Além disso, as características do caso especial assumidas pela teoria clássica não são os da sociedade econômica em que realmente vivemos, com o resultado de que seu ensino é enganoso edesastroso se tentarmos aplicá-lo aos fatos da experiência. "(p. 3)

Capítulo 2: Os Postulados da Economia Clássica4
Capítulo 3: O Princípio da Demanda Eefetiva
Livro II: Definições e Ideias[editar | editar código-fonte]
Capítulo 4: A Escolha de Unidades
Capítulo 5: Expectativa Quanto ao Produto Determinante e Emprego
Capítulo 6: A Definição de Renda, Poupança e Investimento
Capítulo 7: OSignificado de Poupança e Investimento Mais Considerados
Livro III: A Propensão ao Consumo[editar | editar código-fonte]
O Livro III busca cobrir o que faz as pessoas consumirem e, portanto, estimula a atividade econômica. Em uma depressão, o governo, ele argumenta, necessita iniciar o motor da economia fazendo o que for necessário.

Capítulo 8: A Propensão ao Consumo: I. Os Fatores ObjetivosCapítulo 9: A Propensão ao Consumo: II. Os Fatores Subjetivos
Capítulo 10: A Propensão Marginal ao Consumo e o Multiplicador
Livro IV: A Indução ao Investimento[editar | editar código-fonte]
A eficiência marginal do capital é a relação entre o rendimento esperado de um investimento e seu preço de oferta ou custo de reposição. Podemos dizer ainda que a eficiência marginal do capital é o que oinvestidor relaciona do rendimento ou resultados esperados de um investimento e o seu preço de oferta ou custo de reposição. A decisão de fazer tal investimento sempre parte da perspectiva de que o rendimento previsto sempre será superior a taxa de juros, ao contrário não é eficiente. Keynes afirma na página 135: "Eu defino a eficiência marginal do capital como sendo igual àquela taxa de desconto que fariao valor presente de uma série de anualidades dadas pelos retornos esperados do ativo capital durante sua vida igual ao seu preço de oferta."

Capítulo 11: A Eficiência Marginal do Capital
Capítulo 12: O Estado da Expectativa de Longo Prazo
Capítulo 13: A Teoria Geral da Taxa de Juros
Capítulo 14: A Teoria Clássica da Taxa de Juros
Capítulo 15: Os Incentivos Psicológicos e Empresariais paraa
Liquidez

Capítulo 16: Observações Diversas Sobre a Natureza do
Capital

Capítulo 17: As Propriedades Essenciais dos Juros e do
Dinheiro

Capítulo 18: Novo Enunciado da Teoria Geral do Emprego
Livro V: Salários Nominais e Preços[editar | editar código-fonte]
Esse livro foca em várias teorias sobre desemprego, incluindo a de Arthur Pigou.

Capítulo 19: Variações nos Salários...