Tempo

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1468 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 6 de dezembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB
PROGRAD – ASPES/FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA – UNEB/MEC/CAPES/ PLATAFORMA FREIRE
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA

BELIZARIA MARIA DA CONCEIÇÃO LOPES MIRANDA

ARTIGO

Irecê - Bahia
2011

BELIZARIA MARIA DA CONCEIÇÃO LOPES MIRANDA

ARTIGO
Artigo apresentado como avaliação parcial do Curso de Licenciatura em História da PlataformaFreire/
Universidade do Estado da Bahia – UNEB.

Irecê – Bahia
2011
*

O TEMPO NA HISTORIA

Belizaria Mª Da Conceição Lopes Miranda
Graduanda pela Universidade do Estado da Bahia – Uneb Prograd – Aspes/Formação De Professores da Educação Básica – Uneb/Mec/Capes/ Plataforma Freire Curso De Licenciatura Em História.

Resumo:O tempo na historia, podemos dizer que o tempo é, e sempre foiimportante na trajetória humana.Se tínhamos um tempo, onde ainda não havia uma contagem regular, e ainda na partir do surgimento do relógio, temos um tempo em que há hora para tudo.O tempo que está presente em nossas vidas, desde ao nascermos até a morte, somos regulados por este,ainda assim de difícil explicação, pois como veremos não há definição lógica para explicar o “tempo”.Palavras-chave:tempo;dominação;relógio.

Introdução

O presente texto “o tempo na história”,faz uma analise sobre as diferentes noções de tempo,e as formas de ver o mundo a partir do momento em que houve o surgimento da marcação deste.
Para falar de tempo, temos que inicialmente falar dos movimentos que a terra executa em torno de seu próprio eixo e em torno do sol, que faz com que tenhamos a noção de dia enoite, e também a divisão em anos, ainda, que as estações do anos foram responsáveis pela divisão deste em quatro épocas distintas e regulares.Assim, a relação com as estações do ano no qual Gourevitch nos diz:“(...) está em grande parte ligada ao fato de que o homem não se desligou da natureza, e sua consciência se subordinou às transformações periódicas das estações do ano e dos ciclos deprodução que lhe são adaptado” (GOUREVITCH, 1975, p. 265).
Não se pode falar de tempo de forma linear,(está contagem foi feita apenas pelos hebreus e os persas zoroatras, mas tarde sendo incorporada pelos cristãos, na idéia de Deus como ser único e de acontecimentos únicos), haja vista que este transcursa de forma diferente a depender do movimento executado pela terra,podemos analisar dois lugaresdiferentes com horários diferentes que mostram essa distinção que existe desde o momento em que passamos a perceber as diversas culturas existentes no mundo.Por exemplo:se são dez horas da noite em Londres, serão cinco horas da tarde em Nova York, isso é explicado pelos diferentes fusos horários que o planeta terra tem, que são divididos em vinte e quatro e distribuídos por toda por toda suaextensão.Isso devido ao fato que de acordo que a terra executa o movimento de rotação diferentes lugares do planeta vão sendo mais e menos iluminados, o que nos traz uma idéia de que por que em determinados lugares é noite quando em outro é dia e vice-versa.Ainda falando de tempo como fator de divisão em unidades, podemos dizer que o movimento de translação nos dá o ano, este é dividido em meses que sesubdividem em semanas que por sua vez em dias, e estes em vinte quatro horas, e, minutos,etc.Esta divisão, foi elaborada pelo ser humano, sendo puramente convencional.
O tempo está presente em nossas vidas e nos acompanha desde o nosso nascimento até a morte, e ainda assim ainda não há que possa nos dar uma definição para o tempo.Santo Agostinho nos traz: “O que é, por conseguinte, o tempo? Seninguém me perguntar eu o sei, se eu quiser explicá-lo a quem me fizer essa pergunta já não saberei dizê-lo”... (SANTO AGOSTINHO, 1948: 346).O que nos faz refletir sobre a concepção que temos de tempo.
Desde os primórdios da humanidade o tempo tem sua contagem de forma distinta em diferentes culturas, e ainda assim não se conseguiu chegar a um senso comum,de acordo com Pomian:
“A palavra...
tracking img