Se o brasil fosse socialista ?

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  • Publicado : 22 de abril de 2013
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Se o Brasil fosse socialista ?
Introdução
O presente trabalho visa expor uma pesquisa sobre “E se o Brasil fosse socialista?”, solicitado da disciplina ‘Sociologia’. A importância desta pesquisa baseia-se se o governo brasileiro tornasse socialista citando alguns problemas e benefício deste governo.

EMPRESAS
O capitalismo faz o homem vender sua capacidade de trabalho. Porque desenvolve agrande necessidade do dinheiro, e, somente tendo dinheiro, alguém consegue abrir todas as portas. O homem é levado a trabalhar para ganhar a vida, enquanto o capitalista só encontra incentivo para intensificar a própria produção se obtiver, nisso, alguma forma de lucro. Do lucro surgem os donos das grandes fortunas, as minorias privilegiadas. E todos sabem que o chamado “homem de posses” estende seupoder à liderança política e social, justamente o que leva multidões à escravidão e motiva a consequente luta de classes. Já hoje, o capitalismo é, sobretudo, monopolista. Eis o que se identifica como imperialismo. O poderio econômico não se contenta em escravizar trabalhadores de seu próprio território; quer o mundo inteiro em suas mãos. Une-se a ele, nessa missão, o irmão gêmeo, o poderiomilitar. Ambos oprimem nações, explorando-as ao máximo, interessados sempre em que dependentes e colônias se mantenham subdesenvolvidas. Mesmo não sendo uniforme o socialismo, a propriedade social, pública, dos meios de produção é a sua característica essencial. Em outras palavras: são estatais todas as empresas. Claro que, no Brasil, não poderia o Estado açambarcar, repentina e violentamente, todas asorganizações comerciais, industriais, agrícolas etc. Já foi explicado que haveria de respeitar série imensa de fatores preponderantes de nossa formação, conforme ocorreu em todos os atuais países socialistas, cada qual com suas fórmulas à parte. Haveria a considerar o processo político, o econômico, e o financeiro. Sem dúvida, verificar-se-ia um interstício benevolente, amplo, até certo pontolento, de tolerância à iniciativa privada de modo geral, como ainda acontece na grande maioria dos países que se libertaram ou que se estão libertando dos jugos econômicos, a começar pela China. E, nesse processo, vale a pena incluir as formas de se estruturarem sociedades mistas, nas quais as conquistas dos trabalhadores são imediatamente efetuadas, sem maiores perdas — ao contrário, com vantagensaté excepcionais — para o chamado patrão. O socialismo não proíbe, propriamente, em sua prática, a iniciativa privada, salvo em casos especiais: os colégios, para o ensino ser gratuito; a assistência hospitalar, porque esta, igualmente, tem de ser gratuita; as empresas de serviço público (transportes, luz, gás, telefone, abastecimento etc.); rádio, jornal, televisão, cinema, livro, todos os meiosde divulgação, porque arte; cultura e educação não podem ser privilégios de castas; como esses, são monopólios estatais as indústrias farmacêuticas, petrolíferas, siderúrgica. O trabalho é, para todo cidadão apto, dever e causa de honra, com o lema: "Quem não trabalha não come". É a base filosófica do socialismo: “De cada um, segundo sua capacidade; a cada um, segundo seu trabalho”. De qualquerforma, não resta a menor dúvida, a meta é uma só, ponto fundamental: devem ser estatais todas as empresas. E isso o socialismo acabará por conquistar, em todos os setores, dando aos trabalhadores direitos e regalias idênticas, sem exceções, embora com salários diversos, correspondentes a cada função, numa classificação por mérito.

TRABALHADORES
Como acontece, de forma única, em todos os paísessocialistas, o poder pertenceria aos trabalhadores. Isto já ficou, mais ou menos, demonstrado. Quando se dissesse Estado, estar-se-ia dizendo, sem a menor sombra de dúvida, trabalhadores. Seriam estes os reais proprietários das fábricas, fazendas, escritórios, lojas, laboratórios, ou qualquer empresa estatal. Sem o capitalista, o banqueiro, o industrial, o latifundiário, o comerciante — abolida,...
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