Saude do homem

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI
CAMPUS CENTRO OESTE- DONA LINDU












POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE

“SAÚDE DO HOMEM”










Grupo 6: Eduardo Borges
Gabriela Fernanda
Luiz Henrique de MeloSandra Marani



Divinópolis,
Março / 2013

1- INTRODUÇÃO


A Saúde do Homem emerge nos últimos anos como uma preocupação mundial em virtude da situação desfavorável de saúde dessa população masculina em relação às mulheres, presente ao longo de décadas e evidenciada principalmente por um maior risco de morte.
Dessa forma, aproposição da Política Nacional de Saúde do Homem em 2009, pelo Ministério da Saúde, visa qualificar a atenção à saúde da população masculina na perspectiva de cuidados que preservem a integridade da atenção. O reconhecimento de que a população masculina acessa o sistema de saúde por meio da atenção especializada requer mecanismos de fortalecimentos e qualificação da atenção primária para que a atenção àsaúde não se restrinja a recuperação, garantindo, sobretudo a promoção da saúde e a profilaxia a agravos evitáveis.



2- DESENVOLVIMENTO

2.1- POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO HOMEM

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Quando comparado com as mulheres, o tempo de vida deles é 7,6 anos menor. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto do miocárdio, seguida dasmoléstias cardiovasculares (como o Acidente Vascular Cerebral, o AVC), outras doenças cardíacas, pneumonia, cirrose e diabetes estão entre as principais causas de mortes do sexo masculino.
É para ampliar o acesso deles aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Saúde do Homem, em 2009.  Alinhada à Política Nacional de Atenção Básica e integrante do ProgramaMais Saúde: Direito de Todos, criado em 2007, a iniciativa pela saúde masculina prevê aumento de até 570%  no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como a vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata. Setenta cidades, incluindo todas as capitais, já aderiram à Política Nacional de Saúde do Homem. Cada uma delasrecebeu R$ 75 mil para financiar as atividades. O cidadão encontra esse serviço nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).


2.2- PRINCIPAIS DOENÇAS

2.2.1- OBESIDADE MASCULINA

Nos últimos cinco anos, o percentual de homens com obesidade nas principais capitais brasileiras cresceu, passando de 11,4%, em 2006, para 14,4%, em 2010. Os dados são dapesquisa Vigitel (Vigilância de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, que levantou ainda que 52% dos homens brasileiros apresentam sobrepeso.
A obesidade está ligada a vários fatores: sociais, comportamentais, ambientais, culturais, psicológicos, metabólicos e genéticos.  Mas as principais causas são a adoção de um estilo de vida sedentário, e dietas ricas em açúcar egorduras, e pobres em frutas, verduras, legumes e grãos. Ou seja, muito do problema está no que se coloca no prato: 45% da população consomem carnes com excesso de gordura, mas apenas 15,4% ingerem o recomendado de frutas e hortaliças (cinco ou mais porções semanais), segundo a pesquisa Vigitel.
O indivíduo obeso fica vulnerável a várias complicações, entre elas, o diabetes tipo dois, as doençasrelacionadas com o aumento de gordura no sangue (como as cardiovasculares, que incluem o infarto do miocárdio), a hipertensão arterial, a gota, apneia do sono e a infertilidade.
Levantamento do Ministério da Saúde aponta crescimento de 10% nas mortes causadas por diabetes, que está relacionada com o aumento de peso, entre  1996 e 2007. O percentual de diabéticos entre os brasileiros é de...
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