Salto em altura

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  • Publicado : 9 de novembro de 2012
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Atletismo O SALTO EM ALTURA É sem dúvida a prova do salto em altura a que teve maior emprego de novas técnicas. Mas foi inicialmente, através das transformações do estilo Rolo Ventral, proporcionados pelo soviético Valery Brummal, que o salto em altura ganhou novas dimensões. Finalmente, nos Jogos Olímpicos de 1968, o americano Dick Fosbury surpreendeu a todos, ultrapassando o sarrafo de costas.Este novo estilo passou a ser conhecido por "Flop" e hoje tem a preferência da maioria dos saltadores, de todos os níveis. "Não será necessário esperar o ano 2000 para ver um atleta superar os 2,50 metros", declarou o diretor do laboratório de Futurologia do Instituto de Investigação Soviética sobre Educação Física, Guenadi Semenov, logo depois dos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980, quando sereferia ao estilo Flop. A TÉCNICA DO SALTO EM ALTURA São características básicas dos bons saltadores em altura a aptidão para o salto, agilidade e da força de impulsão. Vários são os estilos utilizados ou já utilizados para a execução do salto em altura, entretanto, dois deles são os responsáveis pelas melhores marcas mundiais. São eles: - O estilo Rolo Ventral - O estilo Flop O ESTILO ROLO VENTRALCaracteriza-se pela ultrapassagem do sarrafo (barra transversal que delimita a altura a ultrapassar) na posição de decúbito ventral. Podemos observar neste estilo as seguintes fases técnicas: posição de partida, corrida, impulsão, ultrapassagem e queda. 1 - POSIÇÃO DE PARTIDA: O atleta se coloca no ponto inicial de corrida, geralmente com os dois pés unidos, braços caídos ao longo do corpo, olhandoà frente observando o sarrafo. Desta forma, descontraidamente, está se concentrando para o salto. 2 - CORRIDA: A corrida de impulsão, que geralmente pode ter um total de 7 a 9 passadas, é considerada de grande importância, pois se não for bem executada, prejudicará totalmente as demais fases. A velocidade do atleta no final da corrida, tem de ser controlada, para lhe permitir a conversão domovimento do plano horizontal, para outro quase vertical. É uma corrida em progressão retilínea, feita do lado da perna de impulsão e que forma, em relação ao sarrafo, um ângulo de aproximadamente 30º, podendo no entanto, no caso do iniciante, chegar aos 45º.

Na corrida podemos observar duas partes: a inicial, com velocidade progressiva, com bastante soltura e exagerando um pouco do impulso daspassadas. Aí, o objetivo principal é a aquisição de velocidade ótima. A outra parte é a final, constando dos três últimos passos que são a preparação para a impulsão. Estes três últimos passos da corrida devem ser suaves, mais rápidos e amplos (o penúltimo passo deve ser cerca de um pé mais longo que o último, que se funde com a impulsão propriamente dita). Com isso há uma ligeira inclinação do corpopara trás, com as pernas fletidas, fazendo com que o centro de gravidade se aproxime do chão e o pé de impulsão faça apoio à frente do corpo, com a perna já estendida primeiramente pelo calcanhar. Neste caso, esta perna de impulsão assenta-se à cerca de um braço (70 cm do sarrafo). 3 - IMPULSÃO: A correta impulsão implica no total aproveitamento de velocidade de corrida, aproveitamento máximo dacapacidade da perna de impulsão e da ação da perna livre para cima do sarrafo. A falta da execução ou uma execução incorreta de qualquer uma destas três ações tira todas as possibilidades de um bom salto. No momento do impulso, na realidade são realizados dois impulsos distintos e seguidos um do outro. O primeiro é a ação da perna livre, para frente e para cima (estendida ou não), o que aliviaráum pouco o peso do corpo. O segundo é a ação energética da perna de impulsão, que aproveitará a ação anterior e forçará, com toda potência, o corpo para cima. A ação da perna de impulso deve ser feita imediatamente antes do final da ação da perna livre (fig. de 6 a 10). Quanto aos braços, no movimento anterior ao impulso, os mesmo devem ser levados para trás. Quando se eleva a perna livre para a...
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