Riscos ocupacionais apostila

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  • Publicado : 17 de fevereiro de 2013
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Conteúdo

1. A CULTURA DO NÃO 2
2. COLECIONANDO EQUIVOCOS 3
3. EXEMPLOS DE RISCOS NOS LOCAIS DE TRABALHO, SEUS EFEITOS PARA A SAÚDE DOS TRABALHADORES E ATIVIDADES ONDE SE ENCONTRAM 3
4. PREVENÇÃO: GESTÃO DE RISCO OCUPACIONAL CONDUZIDA DE FORMA ADEQUADA EVITA QUE EMPRESAS AMARGUEM PREJUÍZOS 5
5. O QUE É RISCO OCUPACIONAL 5
6. LEGISLAÇÃO E FISCALIZAÇÃO 6
7. PROGRAMASENVOLVIDOS NA FISCALIZAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO: 6
8. INVESTIMENTO COMO PREVENÇÃO 7
9. COMO QUALIFICAR OS RISCOS 7
10. RISCOS DE ACIDENTES 8
11. RISCOS FÍSICOS 8
12. RISCOS QUÍMICOS 11
13. RISCOS BIOLÓGICOS 15
14. RISCOS ERGONÔMICOS 16
15. ANTECIPAÇÃO DOS RISCOS 17
16. O RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS DEVERÁ CONTER OS SEGUINTES ITENS, QUANDO APLICÁVEIS: 17
17. 9.3.4.A AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DEVERÁ SER REALIZADA SEMPRE QUE NECESSÁRIA PARA: 18
18. 9.3.5. DAS MEDIDAS DE CONTROLE 18
19. 9.3.6. DO NÍVEL DE AÇÃO 20
20. 9.3.7. DO MONITORAMENTO 21
21. 9.3.8. DO REGISTRO DE DADOS 21
22. NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 22
23. NR 24 - CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO (124.000-5) 25
24. NR 26 -SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA (126-000-6) 35
26. NOÇÕES DE TOXICOLOGIA OCUPACIONAL 42
27. CONTROLE OU MONITORAMENTO AMBIENTAL 43
28. PODE SE DEFINIR MONITORAMENTO AMBIENTAL COMO: 44
29. OS PRINCIPAIS TIPOS DE TLV SÃO: 44
30. HISTÓRICO DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA 45
31. CONTROLE OU MONITORAMENTO BIOLÓGICO 46
32. MONITORAMENTO BIOLÓGICO PROPRIAMENTE DITO OU DE DOSE INTERNA. 46
33.MONITORAMENTO BIOLÓGICO DE EFEITO 46
34. FATORES NÃO OCUPACIONAIS: 47
35. VIGILÂNCIA A SAÚDE 48



1. A CULTURA DO NÃO

equivocada - qual o molde adequado para a questão prevencionista. Não se trata aqui - e todos sabem como sou contrario ao corporativismo doentio - de gerar e defender nichos de trabalho, antes, trata-se de assumir dentro do contexto social um espaço de sumaimportância e muito mais do Tal como os demais grandes problemas nacionais - onde com certeza a questão prevencionista está inserida - a questão da segurança e saúde no trabalho encontra-se neste momento em uma das encruzilhadas do processo histórico. Há necessidade de buscarmos novas formas de atuação, as quais apenas serão validas se houver uma ampla e consciente discussão sobre o tema com aparticipação ativa de todos aqueles que de fato conhecem o assunto. Mais do que isso, para que este momento conduza a um futuro melhor é preciso rever muito mais do que técnicas e normas as questões culturas relativas ao assunto.
Por toda parte vemos o ressurgimento de velhos debates revestidos com a roupa do novo. Lamentavelmente notamos que a grande maioria deles passam distantes da verdadeirarealidade e prestam-se na maioria das vezes apenas reformulação do modelo vigente com tendências a flexibilização das responsabilidades. Há como sempre houve o desconhecimento do obvio: Apenas leis não bastam ! Culturalmente vivemos no país onde leis prestam-se apenas a poucas situações e que as relações - na sua forma sólida e respeitosa - precisam ser construídas passo a passo. Em todo o processo eao longo dos anos a presença do SESMT( Serviço Especializado em Engenharia de segurança e em Medicina do Trabalho) foi de grande valia para este enfoque, trazendo para o debate entre as partes a luz do conhecimento técnico - que nestes casos - é essencial a consecução dos objetivos - e de certa forma faz frente aos descalabros com que se trata assunto de tamanha importância.
O primeiro passopara que esta discussão e busca tenham alguma validade passa pela coragem de questionar quais são as reais causas do problema. Obviamente para que encontremos algumas respostas válidas e que possa assim ser base para planos de correção realistas é preciso que ocorra rápida e grande evolução nos conceitos que muitos ainda adotam e difundem. Enquanto nos mantivermos presos aos paradigmas com certeza...
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