Resumo do livro tempo de nao esquecer

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  • Publicado : 10 de abril de 2013
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INTRODUÇÃO
As decepções e vitórias da vida faz com que ela se torne mais salgada, mais doce. Ninguém é imaturo ou maduro demais para conquistar a saúde da alma, devemos sempre ter a certeza que nunca passou a hora de sermos felizes. Devemos lutar pela nossa felicidade e a mesma muitas vezes está nas longas jornadas da vida. Não podemos ficar simplesmente esperando a morte chegar; para quesejamos eternos no coração e na história das pessoas, devemos frutificar algo de útil para a sociedade, fazer tudo o que gostamos e sempre com dedicação.
Tenhamos vivido dias difíceis, de naufrágio, vendo sonhos e desejos de um mundo melhor, irem embora, simplesmente por pensarmos que não somos capazes de mudá-lo para melhor. Mesmo com tanta dificuldade, não devemos deixar de lutar pela educação,pela nossa sociedade e termos sempre esperança de um mundo melhor.
Muitos países, como o Brasil, vivenciam tempos difíceis, onde existem problemas que prejudicam o desenvolvimento social da nação, como por exemplo, inúmeras famílias com renda abaixo do valor ideal para manter os filhos, podendo gerar frustrações. A educação no Brasil continua sendo esquecida e acompanhada disso, vem oanalfabetismo que como consequência, é não conseguir um emprego digno, onde muitos por não terem saída, acabam tentando ganhar algum dinheiro em um lugar onde oferece péssimo salário e péssimas condições de trabalho.
Violência, a falta de equipamentos em hospitais, postos de saúde, falta de educação apropriada e entre outros, é a realidade do nosso país. E nossos governantes veem esse problema nasociedade e parece não achar soluções para esses inúmeros problemas.
O livro "Tempo de não Esquecer", fala sobre história, economia, política e cidadania onde o autor nos incentiva a questionar melhorias na realidade do nosso país, tanto na realidade social, cultural e política. Nos mostrando como é importante cada um lutar pela nossa sociedade, pelos nossos direitos, e assim, sermos a mudança quequeremos ver. Sempre com esperança no coração e iniciativa em prol de um mundo melhor.
CAPÍTULO I
QUE PAÍS É ESSE? A DEPENDÊNCIA E O ETILISMO NACIONAL SEGUNDO OS GRANDES INTÉRPRETES DA HISTÓRIA DO BRASIL
O Brasil continua com uma desigualdade social vexatória e fragilidade de construção de um projeto de nação. A economia do nosso país continua a cada vez mais dependente do exterior.
Ostrabalhadores urbanos e rurais, comerciantes e industriais dependentes dos desígnos externos são incapazes de contribuir com a construção de um projeto de nação. Nossa posição econômica é de um país que exporta artigos primários e importa produtos industrializados, assim gera instabilidade econômica interna e dependência econômica externa. O Brasil é a 8º economia industrial do mundo, dominando setoresindustriais. Contudo, dependemos muito do exterior, há bastante inclusão social e a ordenação social e econômica é arcaica e reacionária.
No nosso país prevalece o eterno descanso para melhoria na educação, para os problemas de saúde com falta de equipamentos adequados para a sociedade, salários inadequados para uma família, moradia precária e entre outros. Continua o senhorialismo e a susseçãodas classes dirigentes. A expansão dos serviços públicos foi entregue aos capitais estrangeiros e eles comandaram um ritmo do desenvolvimento econômico.
Para HOLANDA o latifúndio, incentivou a escravidão, a lavoura predatória, a economia dependente e processos primitivos. A mesma afirma:
"na monarquia eram os fazendeiros escravocratas e os filhos de fazendeiros, educados nas profissõesliberais, quem monopolizavam a política elegendo e fazendo eleger seus candidatos, dominando os parlamentos, os ministérios, em geral todas as posições de mando, e fundando a instabilidade conservadora das instituições nesse incontestado domínio."
Construir uma nação será obras de gerações. A marca do Brasil colônia permanece até hoje pois ainda estamos a mercê dos desígnos externos e garroteados...
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