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FACULDADE DE IMPERATRIZ- FACIMP






ADIBSON ALMEIDA
ADRIANA DOS SANTOS
CARLA ASSUNÇÃO
ERNANE COSTA MOREIRA
FELIPE DEMETRIO
TONNY DUARTE
WENDY ANDRADE DE ARAÚJO







RESENHA DA OBRA “DO CONTRATO SOCIAL”














IMPERATRIZ
2012
ADIBSON ALMEIDA
ADRIANA DOS SANTOS
CARLA ASSUNÇÃO
ERNANE COSTA MOREIRA
FELIPE DEMETRIO
TONNY DUARTE
WENDY ANDRADEDE ARAÚJO














RESENHA DA OBRA “DO CONTRATO SOCIAL”






Trabalho apresentado a disciplina de LPT do curso de Direito da faculdade de Imperatriz FACIMP, como requisito parcial para fixação de conteúdo e obtenção de nota sob orientação da Professora. Ana Lúcia Moreira.







IMPERATRIZ
2012
Jean-Jacques Rousseaué considerado como um dos principais pensadores do século XVIII, foi também um dos principais autores de sua época que se posicionou contra os movimentos iluministas; nascido na cidade de Genebra, na Suíça, no dia 28 de junho de 1712, órfão de mãe a qual veio a falecer dias após seu nascimento, era filho de Isaac Rousseau, relojoeiro de profissão, dedicou-se a vários ramos da arte, entre osquais: filosofia, música e abordagens sociais (Obras). Sua forma de pensar influenciou fortemente a estética da Escola Romântica. Como escritor publicou várias Obras sendo as principais: Origem e Fundamento da Desigualdade Entre os Homens, Emilio e Do Contrato Social, a qual será analisada em seguida.
Nessa obra Rousseau faz uma profunda abordagem de um momento histórico que foi a passagem doEstado de Natureza, em que a humanidade vivia norteada apenas por suas potências naturais quais sejam: “vida” e “liberdade”, até chegar-se por intermédio de um pacto tácito entre os homens a um estado norteado pela égide do Direito que é o Estado Civil organizado, vale ressaltar que nessa Obra o autor enfatiza como se originou esse pacto entre os homens (Contrato Social), e as possíveisdesigualdades que dele se originou.
O autor ao retratar o Estado ante pactual onde vivia o homem em estado de natureza, em que gozava de plena liberdade e harmônia, enfatiza a emoção, o instinto e a própria natureza, vendo o homem nesse estado sem moralidade uma vez que não existiam convenções sociais, mas ao mesmo tempo esse ser amoral era sem maldade, pois na concepção de Rousseau o estado denatureza e pacífico e harmônico, inexistindo conflito e escassez onde predomina convivência pacífica entre os indivíduos, ao passo que em sua visão a opressão e a desigualdade eram oriundas do progresso científico e da excessiva racionalidade.
Rousseau ao analisar psicologicamente o homem, no estado de natureza, o considera essencialmente “bom”, não contaminado pelo ódio, egoísmo ecobiça que seriam tais predicados originados no progresso material e de forma factual ou específica na propriedade privada, a essa visão de ser o homem essencialmente “bom em suas potências naturais” deu-se o nome de “teoria do bom selvagem”, ou seja, o homem nasce essencialmente bom, mas o convívio social o corrompe.
O autor define, ainda, tal conversão social, isto é, Contrato Social comosendo o momento em que os indivíduos se uniram visando superar obstáculos que não conseguiam em seu estado natural, portanto, o ponto essencial para a existência desse contrato é o fato de o homem ter escolhido passar do estado de natureza para o estado civil, a fim de preservar os direitos naturais de vida e liberdade, o que de fato segundo Rousseau, alicerçou a opressão e originou a desigualdadeentre os homens.
A Obra de Rousseau (O Contrato Social) revelam algumas características inerentes ao autor, por se tratar de uma obra histórica e filosófica datada do século XVIII, que além de confrontar teorias iluministas as quais versavam sobre a racionalização do homem, com fins de explicar o mundo em sua volta, também, utilizou-se o autor em alguns pontos da sua obra da razão,...
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