Resenha critica da obra de caio prado jr "formação do brasil" capitulo - sentido da colinização

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  • Publicado : 8 de janeiro de 2013
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Fundação Universidade Federal do Tocantins - UFT
Programa de Pós-Graduação Lato Sensu
Especialização em “Gestão Pública e Sociedade”
Pólo – Brasília
Professora: Fabiana Rodrigues
Aluna: AlbaSimone Barbosa Mendes

Resenha critica da introdução e do capítulo "Sentido da Colonização" do livro "Formação do Brasil Contemporâneo" de Caio Prado Jr.

Brasília, janeiro 2012.

No texto“Formação do Brasil Contemporâneo”o autor teve como objetivo o resgate da formação histórica do Brasil e ressaltando a compreensão do nosso capitalismo.
Caio Prado Jr, segundo o texto foi pioneiro emcontrariar as diretrizes estalinistas de interpretação da realidade, apontando as debilidades que permeavam o PCB e o seu despreparo teórico. Essa trajetória culminou com a divulgação, em 1966, de Arevolução brasileira, na qual ele repudia o mecanicismo de Stalin e a influência da Terceira Internacional. O autor se dedica ao estudo aprofundado do capital e marca uma etapa decisiva em nossa evolução destaforma inicia em todos os terrenos, social, político e econômico, uma fase nova.

“Estamos tão acostumados em nos ocupar com o fato da colonização brasileira, que a iniciativa dela, os motivos que ainspiraram e determinaram, os rumos que tomou em virtude daqueles impulsos iniciais se perderam de vista. Ela aparece como um acontecimento fatal e necessário, derivado natural e espontaneamente dosimples fato do descobrimento. E os rumos que tomou também se afiguram como resultados exclusivos daquele fato. Esquecemos aí os antecedentes que se acumulam atrás de tais ocorrências, e o grande númerode circunstâncias particulares que ditaram as normas a seguir.” (Prado Jr., 2000, p. 9. Aput Rodrigues, 2010, p258).

Caio Prado Jr realiza um resgate do fato colonizador do Brasil que segundo eleveremos que na realidade nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros; mais tarde ouro e diamantes; depois, algodão, e em seguida café, para o comércio europeu. Da qual...
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