Radiologia

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RADIOLOGIA
Disciplina: Exames Diagnósticos
Fanor
Profa. Anairtes Melo

HISTÓRICO

• Físico Alemão (não-médico):
Wilhelm Konrad Rontgen
• 08 novembro 1895
• Sete semanas: Relatório “ Sobre
uma nova espécie de radiações” –
publicado Boletim da Sociedade
Físico-Médica de Wurzburg - 23
jan. 1896
• 1895 ( vários marcos da história)
• Mão da senhora Rontgen (tubo
emissor X ecranfluorescente)
• 1896 – esforços múltiplos para
aperfeiçoamento dos contrastes

Fig. 1 – Físico alemão - Projeção mão
Fonte: http://www.brasilescola.com/fisica/fisica-aplicadaradiologia.htm

• Mão (minutos) e crânio
(horas)
• Edison ( 1896), Bucky (1912),
Potter
(1915),
Coolidge
(1913), Bowers (1924|1927)
– proteção individual.
• ...propriedade do Raios X
“penetrarem” nosobjetos e
não de iluminarem apenas a
sua superfície, como a luz.
• França (BOCAGE, 1930) e
Ziedses des Plantes e
Vallebona - TOMOGRAFIA

Foto 1 - Laboratório de Roentgen no
Instituto de Física de Würzburg (museu)
semelhante ao local de trabalho quando
Roentgen descobriu os raios-X.
Disponível:
http://www.rxnet.com.br/fique_informado/documen
tos/historia_raios_x.htm

PRODUÇÃO DOSRAIOS X: TUBO
• Fonte de Elétrons (mA) – quantidade de raios X produzidos.
• Força– acelera os elétrons (kV) ( catódio X anódio) – qualidade
dos raios X ( penetração – BAIXA 40 a 90 kV ALTA 100 a 130 kV)
• Percurso dos elétrons ( vácuo)
• Anódio (freagem dos elétrons acelerados) placa de tungstênio
• Cinta plúmbica ( “janela”) deixa passar o RX útil.

• Os raios X são radiações denatureza eletromagnética, onde em
uma extremidade encontram-se ondas elétricas e de
radiodifusão, no centro, raios infravermelhos, a luz visível e
ultravioletas e na outra extremidade, os raios X, gama e
cósmicos.

• Propagação: ar (ou vácuo).
• Radiação é produzida quando ocorre o bombardeamento de um
material metálico de alto número atômico (tungstênio),
resultando na produção de radiaçãoX por freamento ou
ionização.

As radiações inicialmente eram utilizadas com
fins terapêuticos e somente muito depois
começaram a ser utilizadas para fins diagnósticos

APLICAÇÕES
• Devido ao seu poder penetrante, que
depende das substâncias onde incidem, o raio
X é utilizado para examinar, por exemplo ;
 Ossos.
 Dentes.
 Segurança dos aeroportos

VANTAGENS



•Simples;
Baixo custo;
Disponibilidade;
Fácil interpretação.

DESVANTAGENS
• Radiação (Paciente /Equipe)
• Pouco contraste de partes moles
• Não evidencia as lesões dos tecidos moles

FORMAÇÃO DAS IMAGENS
Tonalidade

Linhas

TONALIDADE ( espessura/ densidade do corpo atravessado)
DENSIDADE CÁLCICA
DENSIDADE AQUOSA OU HÍDRICA
DENSIDADE GORDUROSA
DENSIDADE AÉREA OU GASOSAPreto (ar)
Branco (ação calcárea dos ossos)
Cinza (líquidos e gorduras)

** metálica

IMAGEM: Hipertransparente |Hipotransparente

LINHA (estruturas visualizadas)
“ Princípio de Felson”
“ UMA LESÃO INTRA-TORÁCICA TOCANDO UMA
BORDA DO CORAÇÃO, DA AORTA OU DO
DIAFRAGMA
OBLITERA
ESTA
BORDA
DA
RADIOGRAFIA. UMA LESÃO INTRATORÁCICA QUE
NÃO SEJA ANATOMICAMENTE CONTÍGUA À BORDA
DEUMA DESSAS ESTRUTURAS NÃO O FARÁ” ( Sinal
da Silhueta de Felson)

Localização de lesões torácicas na radiografia
simples. Princípios:
1. Imagens compostas por densidades diferentes
(ex: partes moles e ar), localizadas lado a lado, têm
seus contornos facilmente diferenciados.
2. Imagens com densidades iguais, lado a lado,
perdem os seus contornos.
3. Imagens com densidades iguais, emníveis
diferentes (ex: anterior e posterior), têm os
contornos mantidos.

INCIDÊNCIAS








Póstero-anterior ( PA) – mais comum
Ântero-posterior ( AP)
Perfil D e E ( rotina RX tórax perfil E)
Oblíquas D e E
Ápico Lordótica (clavículas fora do tórax)
Ápico Lordótica invertida (rara)
Laurell ( derrrames pleurais)

Fig. 2 - Incidência PA.
Fig. 3 – Incidência AP....
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