Psicologia cognitiva 2

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INSTITUTO SUPERIOR DE PSICOLOGIA APLICADA
1º ANO DO MESTRADO INTEGRADO EM PSICOLOGIA



TRABALHO PARA PSICOLOGIA COGNITIVA II



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|PENSAMENTO CONTRAFACTUAL |


|Manuela Alcobia nº18960 ||
|Marlene Neves nº18962 | |
|Íris Viola nº19109 | |
|Nelson Ferreira nº19246| |


DOCENTE : Mestre Marta Gomes



Instituto Superior de Psicologia Aplicada

2009/2010


Indice:
Introdução………………………………………………………………………..3
Método…………………………………………………………………………...6
Resultados………………………………………………………………………..7Discussão………………………………………………………………………...9
Referências Bibliográficas……………………………………………………...12
Anexo I…………………………………………………………………………13
Anexo II………………………………………………………………………...15

Introdução:

Todas as pessoas, nalguma fase da sua vida, fizeram o exercício de imaginar como seria a sua vida se tivessem tomado uma decisão diferente em determinada situação ou momento. Este tipo de pensamento, que tanto pode surgir pela positiva (“se eu não tivesse compradoo jornal naquele dia, não teria visto o anuncio de emprego e não estaria tão bem agora”), como pela negativa (“se eu não conduzisse com tanta velocidade, teria sido capaz de travar o carro antes de bater”), designa-se por pensamento contrafactual.
Consiste na idealização da mudança de um evento determinado, por alteração de um acontecimento/decisão determinante. Contrafactual, porque se debatecom a inevitabilidade temporal dos factos, já ocorridos. É um tipo de raciocínio que é frequentemente apresentado sob a forma “Se… então…”.
A capacidade de efectuar pensamento contrafactual é algo que nos acompanha desde cedo, na vida. Segundo Baird e Fugelsang (2004, Royal Society Online Publishing) esta capacidade de pensar contrafactualmente sobre as consequências das nossas acções representauma das grandes marcas do desenvolvimento de habilidades de raciocínio complexo. Aliás, existem muitas aplicações do pensamento contrafactual em áreas essenciais do desenvolvimento social – como princípios jurídicos e princípios reguladores variados.
A evidente importância do pensamento contrafactual levanta então questões quanto ao seu modo de funcionamento e criação. Kruger, J. e Wirtz, D.(2005) concluíram que frequentemente o pensamento contrafactual entra em oposição com o nosso “primeiro instinto”. Quando as pessoas se mantém presas ao primeiro instinto procuram fugir a sentimentos de arrependimento, provocados por pensamentos do tipo “se eu não… então…”. No entanto este tipo de comportamento revelou-se falacioso, pois o primeiro instinto não evita o erro e evitar o pensamentocontrafactual pode inibir algumas capacidades cognitivas essenciais ao pensamento humano.
Segundo Rasga, C. e Quelhas, A. C. (2009), o pensamento contrafactual poderá ter duas funções principais: a função preparativa, permitindo que as pessoas aprendam com os seus erros de forma a evitá-los numa situação futura, e a função afectiva, permitindo as pessoas...
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