Projetos

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DESAFIO DE APRENDIZAGEM

Língua Chinesa. Nova necessidade?

PÓS-GRADUAÇÃO ANHANGUERA EDUCACIONAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS.

ÍNDECE

INICIALIZAÇÃO __________________________________________________ 3

PLANEJAMENTO ________________________________________________ 6

PLANO DE CONTROLE E EXECUSÃO _______________________________ 7

TRATAMENTO DE RISCO__________________________________________ 8

ENCERRAMENTO ________________________________________________ 8

MODELO DE DECLARAÇÃO DE ESCOPO ____________________________ 9

BIBLIOGRAFIA __________________________________________________ 10

GESTÃO DE PLANO DE PROJETO

INICIALIZAÇÃO

O objetivo principal deste trabalho é o desenvolvimento de um plano de projeto para a implantação da Língua Chinesa na vida daMaria.
Compartilhados de Maria sendo, casada, com dois filhos, profissional graduada em Engenharia Mecatrônica, e cursando sua MBA em Gestão de Projetos.
A análise das páginas seguintes levou em consideração o cenário atual encontrado, incluindo a estrutura organizacional da Maria como um todo sendo sua vida profissional, pessoal. Barreiras culturais a ser enfrentada, a necessidade deevolução competitiva, abertura do mercado, além de conceitos inerentes à Gestão de Projetos e de sua vida pessoal.
Estrategicamente, a implantação deste novo curso faz parte de um conjunto de ações necessárias, que juntas, possibilitarão que Maria evolua em todos os quesitos.

Plano de Projeto - Língua Chinesa. Nova necessidade?

Cenário

Entrevista de Robert Fogel – Veja SãoPaulo – 04/2011

Robert Fogel, aos 84 anos, o americano Robert Fogel figura no rol dos mais renomados e prolíficos economistas em atividade. Laureado com um Prêmio Nobel em 1993, diretor do Centro de Economia Populacional da Universidade de Chicago, onde dá aulas. Fogel notabilizou-se pela objetividade com que se debruça sobre montanhas de dados para decifrar questões surgidas do crescimentoeconômico tanto de países desenvolvidos como de nações emergentes, entre as quais a China, principalmente. No estudo que lhe valeu o Nobel, o economista conseguiu estimar o peso do advento das ferrovias para o avanço do produto interno bruto (PIB) americano em 1890. Fogel atualmente vem se dedicando e analisando o que vê como uma das molas propulsoras do capitalismo moderno. O que resume Fogel, naseguinte entrevista que concedeu a VEJA.

O que vem impulsionando o fenômeno chinês?
R: Em primeiro lugar, a opção dos chineses por uma forma de capitalismo que abandonou de vez a velha ideia de que o governo central deve gerenciar tudo na economia. Espantosamente, nos Estados Unidos a interferência do estado em alguns setores é hoje até maior que na China. Só para dar um exemplo, são necessáriosmuito mais licenças para instalar uma usina termelétrica a carvão em solo americano do que em território chinês. Os chineses também acertaram ao investir pesadamente em educação e pesquisa científica. Eles entenderam que contar com capital humano é essencial para a mudança de patamar. Na China, 100% das crianças de 6 a 15 anos e 80% dos jovens frequentam as salas de aula, números incríveis. Ataxa na universidade já é de 25%, e a meta é chegar ao dobro disso em 2020. O pragmatismo dos chineses é tal que eles deverão alcançar o objetivo bem antes do prazo.
As inovações têm sido fator decisivo para o crescimento dos países, mas os afeta de forma muito distinta. Uma economia como a americana, situada na fronteira da inovação, avança no ritmo de sua evolução tecnológica. Já naçõescomo Índia ou China, às quais venho me dedicando, aumentam seu PIB não exatamente por suas próprias invenções, mas pela grande capacidade de aplicar à sua realidade tecnologias já existentes no mundo desenvolvido. Elas estão indo muito bem. A China tem o crescimento mais vigoroso de todo o mundo - três vezes o ritmo da União Europeia - e a Índia avança apenas um pouco mais devagar. Os chineses...
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