Projeto rondon

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PROJETO RONDON OPERAÇÃO CENTENÁRIO ITAUBAL/AP 2007
Francisco Carlos Martins
Universidade Severino Sombra
Email- framart@ig.com.br
Resumo: Este artigo relata as ações de docentes e discentes da Universidade Severino Sombra, Rio de Janeiro, no município de Itaubal, Amapá, na Operação Centenário do Projeto Rondon. São descritas as atividades relacionadas aodesenvolvimento local sustentável e de gestão pública, envolvendo servidores públicos municipais e comunidade, descrevendo os êxitos e insucessos circunstanciais dada a complexidade e especificidades das relações político-técnicas encontradas.
Palavras-chave: Projeto Rondon, Itaubal, gestão pública.

CENTENNIAL PROJECT OPERATION RONDON Itaubal / 2007 AP

Abstract : This article reports on the actionsof teachers and students of Severino Sombra University, Rio de Janeiro, the city of Itaubal, Amapá, in Operation Centennial Project Rondon. We describe the activities related to sustainable local development and governance, involving civil servants and municipal community, describing the successes and failures circumstantial given the complexity and characteristics of technical-politicalrelations found.
Keywords: Project Rondon, Itaubal, public management.

INTRODUÇÃO
Vivenciar uma operação do Projeto Rondon é uma aventura, uma grande aprendizagem interdisciplinar e, sobretudo uma lição de vida. Este artigo relata as ações do conjunto B da Operação Centenário, realizada no município de Itaubal, no Amapá de 08 a 24 de julhos de 2007, por docentes e discentes daUniversidade Severino Sombra, Vassouras, Rio de Janeiro. A operação foi uma homenagem aos cem anos do início dos trabalhos da “Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas”, liderada pelo então major Cândido Mariano da Silva Rondon. Toda a operação compreendeu o período de 06 a 30 de julho de 2007 nos estados do Acre, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais e Sergipe.
Participaram da operação no município deItaubal pela USS:
Professores Francisco Carlos Martins e Thiago Vila Verde.
Discentes: Danielle Andreiolo Bastos, Francisco Carlos Goulart Alves, Renato Souza Junior, Maria do Carmo e Jaqueline.
A intensidade de emoção no embarque, ao despedir-se de amigos e familiares marca um instante literalmente de um vôo para o desconhecido. Os abraços, as lágrimas, ficam como a imageminicial desse momento que continuará forte na lembrança por toda a vida. Apesar de todas as informações colhidas anteriormente a viagem, ela, com certeza, será marcada por imprevistos e surpresas que a tornarão muito mais interessante e desafiadora.
Saímos de Vassouras para o Aeroporto no Rio de Janeiro, com muitas expectativas e uma grande ansiedade para chegar ao “teatro das operações”.Para isto tínhamos que passar pelo primeiro obstáculo, o chamado na época de “apagão aéreo”. Na ida nós iríamos em vôo comercial. Vivíamos no país, uma crise no setor de aviação civil, o que ocasionava o cancelamento de muitos vôos. Chegamos ao aeroporto na incerteza de seguirmos viagem.
Fomos recebidos por uma tenente do Exército Brasileiro, muito atenciosa, que acompanhou conosco a angústiada confirmação do vôo. Naquele momento, indaguei a ela qual seria a providência caso ele fosse cancelado. E neste instante percebi a organização que se fazia cercar toda a operação, estava tudo preparado num quartel no Rio de Janeiro para nos receber pelo tempo necessário a encontrarem um vôo comercial, para seguirmos ou mesmo destacar uma aeronave militar para fazê-lo.
Mas, tudo deu certonosso vôo se confirmou e partimos para a primeira parada, Brasília, onde passaríamos mais uma vez pela incerteza de prosseguir a viagem. Mais uma vez tudo certo, e seguimos para Belém/PA, chegamos a noite em meio a uma forte tempestade, raios rasgavam o céu e nos causaram um momento de tensão. Depois dessa escala, a próxima parada foi Macapá, no Amapá, onde ficamos alojados no quartel do 32º...
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