Produtividade pessoal em ti

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FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA - INOVE

PPTI

CURITIBA 2011

GEORGE SILVERIO DA SILVA THIAGO BARBOSA

PPTI
Trabalho acadêmico apresentado como requisito à obtenção de nota parcial da Disciplina de Produtividade Pessoal em TI, Curso de Tecnologia em Gestão de Tecnologia da Informação, Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba – INOVE. Prof.: Alcion

CURITIBA 2011 3

Empresa 1 A Egesa, empreiteira de obras de infra-estrutura, apostou nesse caminho e colhe os frutos. Em maio deste ano, a empresa, com sede em Belo Horizonte, iniciou um trabalho de melhoria da eficiência nos canteiros de obra. Os ganhos em produtividade esperados inicialmente eram de 40%. Agora, com o projeto entrando em sua fase final, a estimativa é de 68%. “Sentíamos necessidade depadronizar e sistematizar os procedimentos em todas as áreas”, diz Elmo Ribeiro, presidente da Egesa. A primeira ação foi passar um pente-fino em todos os processos de trabalho da companhia. Com o diagnóstico na mão, executivos e consultores analisaram cada detalhe e, a partir daí, surgiram as primeiras idéias de melhorias. Uma das obras, uma estrada federal entre as cidades de Jacuí e Alpinópolis,ambas em Minas Gerais, serviu como projetopiloto. Ali e em outros três empreendimentos foi desenhado o modelo de gestão a ser implementado em todas as obras da Egesa. O trabalho só teve início porque, em algum momento, os dirigentes da Egesa admitiram que as coisas poderiam ser melhoradas na empresa. Não é o que acontece com a maioria dos executivos brasileiros. Embora saibam que os índices deprodutividade no Brasil são raquíticos, 74% dos entrevistados dizem que suas próprias empresas possuem níveis de eficiência bons ou muito bons. Para eles, o problema só existe em outras companhias – numa versão corporativa da célebre frase “o inferno são os outros”, do filósofo francês Jean-Paul Sartre. “Trata-se de um problema, pois o primeiro passo para a melhoria é a conscientização”, diz Stanek.Na Volkswagen Ônibus e Caminhões, o aquecimento do mercado tratou de dar um empurrão nessa direção. Com a capacidade de produção tomada, a saída foi apostar no aumento de produtividade. Em 2006, a empresa fabricou 35,1 mil unidades. Neste ano, o número saltou para 47,5 mil, crescimento de 35%. Já o quadro de pessoal subiu apenas 9%, para 3,8 mil funcionários. “Apostamos no treinamento dosfuncionários e melhorias na forma de trabalhar”, diz Roberto Cortês, presidente da empresa. Para desafogar a linha de produção, uma outra decisão foi tomada. Ao custo de R$ 36 milhões, um centro logístico foi erguido ao lado da fábrica em Resende (RJ). Para lá serão transferidas algumas atividades, como a preparação dos kits de exportação. “Isso vai desafogar a linha de montagem e

aumentar nossavelocidade de produção”, afirma Cortês. Quando a obra estiver concluída, será possível produzir 210 ônibus por dia, contra os atuais 185.

Empresa 2 Na Alcoa, que neste ano comemora uma década de toyotismo, o modelo de gestão integrou 360 unidades de negócios, em 40 países. De lá para cá, a multinacional de alumínio economizou US$ 1,2 bilhão, com a junção de áreas, redução de estoques, entre outrasações. A produção de ligas de alumínio, da fábrica de São Luiz (MA) saltou de duas mil toneladas por mês para 11,5 mil. João Bayma, diretor da Alcoa, garante que o modelo da Toyota é fundamental para quem trabalha com produto de baixo valor agregado. “Sem essa metodologia, estaríamos passando por um período difícil”, admite. A pergunta que fica no ar é: se era tão simples assim deixar a produçãoenxuta, por que ninguém ainda havia feito? “É preciso identificar o que, de fato, interessa ao consumidor e não o que a empresa acha que interessa ao consumidor. Esse é o grande diferencial da Toyota”, ensina Valter Pieracciani, dono da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas. O consumidor de hoje, segundo ele, sabe bem o que quer: o máximo pelo mínimo. O que a Toyota faz na fábrica é se...
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