Pragas

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FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA – MESTRADO
ECOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL

A Traça-da-uva – O pesadelo
dos vitivinicultores
Ecologia e Gestão de Pragas

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Fig.1: Margem do rio Douro – Pinhão (original do Autor)

Andreia Juliana Teixeira Pires nº 36521
14-07-2012

A Traça-da-uva – O Pesadelo dos Vitivinicultores

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TRAÇA-DA-UVA
“Registou-se esta semana um grandeaumento do voo da
praga, sendo muito elevadas as capturas verificadas no Baixo
Corgo.
Nas parcelas em que a traça-da-uva tem causado prejuízos
nos últimos anos, o Sr. Viticultor deverá efetuar a Estimativa do
Risco, contando o número de ovos e/ou perfurações existentes
em 100 cachos (dois cachos ao acaso em 50 cepas). Se este
número se situar entre 1 e 10 deverá efetuar um tratamento comum inseticida homologado, dando preferência aos produtos
aconselhados em Proteção Integrada”
Estação de Avisos do Douro
Circular nº 07/2012 Régua, 18 de junho de 2012

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa – Mestrado Ecologia e Gestão Ambiental –
Ecologia e Gestão de Pragas - Andreia Juliana Teixeira Pires – nº. 36521

A Traça-da-uva – O Pesadelo dos Vitivinicultores

ÍNDICEINTRODUÇÃO ................................................................................ 4
VITICULTURA – Doenças e pragas .................................................... 5
A Traça-da-uva ........................................................................... 6
Factores Abióticos ....................................................................... 7
Factores Bióticos......................................................................... 7
Sintomatologia ............................................................................ 7
Estragos e Prejuízos .................................................................... 8
Estratégias de luta ....................................................................... 8
Medidas indirectas e meios directos de Luta................................. 9
Método da confusão sexual ....................................................... 10
Casta ........................................................................................ 11
Sistema de Condução ................................................................. 11
RESULTADOS e DISCUSSÃO ........................................................... 12CONCLUSÃO ................................................................................. 14
BIBLIOGRAFIA .............................................................................. 15

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa – Mestrado Ecologia e Gestão Ambiental –
Ecologia e Gestão de Pragas - Andreia Juliana Teixeira Pires – nº. 36521

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A Traça-da-uva – O Pesadelo dosVitivinicultores

INTRODUÇÃO
Portugal é um dos mais tradicionais produtores de vinho do mundo, sendo este
o seu principal produto agrícola. Possui 11 regiões demarcadas, Verde, Douro, Dão,
Bairrada, Bucelas, Colares, Carcavelos, Setúbal, Algarve, Porto e Madeira, os dois
últimos fortificados. A região do Douro é uma das mais antigas regiões demarcadas
do mundo, tendo adquirido este status
em1756, por decreto do Marquês de
Pombal.
Nas regiões vitícolas dos Vinhos
Verdes e do Douro, a traça-da-uva
Lobesia botrana (Den. & Schiff.) é, com
expressões e importâncias diferentes,
uma praga a considerar na protecção da
vinha (Amaro P, 2003a).
Na região dos Vinhos Verdes o peso
dos prejuízos causados pela podridão
cinzenta Botrytis cinerea e o factor
amplificador que os ataques detraça-

4

da-uva causam nos ataques de podridão
cinzenta

fazem

com

que

esta

seja

praga-chave contra a qual é quase
sempre necessário efectuar tratamentos
fitossanitários. No Douro, as sub-regiões
do Baixo e Cima Corgo são aquelas em
que as condições climáticas possibilitam
o desenvolvimento da traça-da-uva, a tal

Fig.2: Regiões Vitivinícolas de Portugal...
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