Politicas Educacionais

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UNIVERSIDADE DO VALE DOS SINOS








PROFISSÃO DOCENTE: INSTITUIÇÕES E POLITICAS EDUCACIONAIS



Camila Almeida
Daniela Ruschel
Ana Débora
Pâmela Araújo






SÃO LEOPOLDO, JUNHO DE 2012.
Sumario


1. Introdução 3
2. Tabela de Dados obtidos através das Entrevistas 4
3. Construção da Docência 11
4. Escola e seu projeto 13
5. Docência e Políticas Educacionais 166. Conclusão 18





























1. Introdução


Neste trabalho será realizada uma análise das entrevistas com docentes atuantes na área da educação básica. Os educadores foram questionados sobre a construção da docência, escola e seu projeto e a docência e políticas educacionais.
A partir das respostas fornecidas pelos educadores, poderemos criar umpadrão para as mesmas, e salientar as raridades e divergências, e por fim, analisá-las levando em conta os conhecimentos até aqui adquiridos.
Tais conhecimentos têm como base as obras dos autores Novóa e Dubet, objeto de estudos durante o semestre.


















2. Tabela de Dados obtidos através das Entrevistas.


Questões
Professor 1
Professor 2
Professor 3
Professor4












1






A primeira coisa que me atraiu na profissão foi a minha matéria à química, e outro fator que fez com que me torna-se professora foi à inspiração que tive com um professor de ciências que tive no ensino fundamental. Apesar de todas as dificuldades e os empecilhos para poder ensinar nas escolas publicas, ensino por que gosto do que faço, pois se não fossepor isso já tinha desistido. A maior dificuldade hoje que sinto na escola é a falta de acompanhamento dos pais junto para com o seus filhos, pois apenas com a “pressão” dos professores os alunos não têm o mesmo resultado de que se os acompanhassem mais de perto, e também a falta de investimento do estado nas escolas.

Eu estava no quarto semestre da faculdade, cursando Bacharelado, quando passeia achar meu trabalho e possível profissão muito formal, mexendo muito mais com materiais, máquinas e fui sentindo falta de trabalhar com pessoas. Transferi meu curso para Licenciatura no anseio de trabalhar com a Física, mas também com pessoas e já nas primeiras cadeiras mais específicas fui achando o meu lugar, fui me adequando aos tipos de disciplinas, trabalhos, seminários e fui me apaixonandoainda mais, tanto pela Física quanto pelo privilégio de ensiná-la a outros.  Hoje, sinto-me bastante realizada, apesar de todas as dificuldades que permeiam o ‘dar aula’. Amo muito que faço e por isso ainda não abandonei, mesmo tendo passado em um concurso público em outra área (concilio os dois trabalhos). Toda essa realização e paixão vêm pelo prazer de ensinar Física, pela capacidade que essadisciplina tem de compreender o universo em que vivemos, mas não apenas isso: eu me apaixonei também pelos meus alunos e, mesmo que a maioria não simpatize muito com a disciplina, aprendi a amá-los e a vê-los como seres humanos que podem crescer e amadurecer e não apenas como máquinas que precisam atingir suas metas. Ver um aluno compreender as bases da Física e, assim, entender um pouco melhor omundo que vivemos torna meu trabalho muito recompensador e ainda mais quando alguns deles seguem nessa área científica. Vê-los dizendo: “Ahh, é por isso que...” me anima sobremaneira. Claro, que nem tudo são flores... A disciplina sempre foi meu maior desafio, pois como me aproximo muito deles, alguns acabam se atrapalhando na divisão entre professor/amigo. Frustração? Apenas quando preciso gritarcom algum ou tirá-lo para fora da sala. O salário também, é claro, mesmo lecionando em colégio particular não creio que seja um valor digno o suficiente pelo trabalho que exercemos.
Foi a profissão que me escolheu porque quando fui fazer o segundo grau só tinha magistério na cidade mais próxima! No principio demorei a me encontrar, mas hoje me sinto feliz e encontrada. Hoje o que é frustrante é...
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