Politica economica

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POLÍTICAS ECONÔMICAS
2010

1 RESUMO

2 Este trabalho tem como objetivo traçar uma perspectiva histórica das políticas econômicas adotadas no Brasil no ano de 2005. Os temas abordados serão: a política monetária, fiscal, cambial e a inflação Brasileira. A metodologia aplicada será uma pesquisa bibliográfica que utilizará como principal fonte de pesquisa o Acervo de Edições Digital da RevistaVeja e o livro texto da disciplina Mercado de Capitais. Com este trabalho percebeu-se a importância de uma Política Econômica bem fundamentada.

Palavras-chave: Mercado de Capitais; Políticas Econômicas; Situação Econômica.

1 INTRODUÇÃO

A Política Econômica é formada pela Política Fiscal, Cambial, Monetária e a Inflação, unida a outros agentes que fazem a situação econômica.

O anode 2005 foi marcado pela corrupção, com a denuncia do “mensalão”, o que acarretou em uma crise na credibilidade do governo Lula, resultando em diversas incertezas sobre o futuro econômico do país.

2 POLÍTICA MONETÁRIA

Dentre as Políticas Econômicas, encontra-se a Política Monetária, que de modo geral, serve para regular a oferta de dinheiro e crédito no mercado, diante fatores comonecessidade de crescimento ou estagnação do mercado.

Vejamos como o autor define a Política Monetária:

Segundo NETO (2010, p. 18):

A política monetária enfatiza sua atuação sobre os meios de pagamento, títulos públicos e taxas de juros, modificando o custo e o nível de oferta do crédito. A política monetária é geralmente executada pelo Banco Central de cada país, o qual possuipoderes e competência próprios para controlar a quantidade de moeda na economia.

Segundo FRANCO (2005, p. 44):

Os juros são muito altos no Brasil porque o “crédito público” (a combinação déficit/dívida, sem os truques contábeis habituais) é uma tragédia. Essa é a explicação “fundamentalista” para os juros altos, que muitos procuram encobrir tal como se fazia no tempo dahiperinflação, que era tudo menos o que devia ser, ou seja, produto da irresponsabilidade fiscal.

Quando os juros estão altos, a intenção é de que a oferta de crédito diminua, isso pode acontecer, por exemplo, quando o consumo de bens da população está exagerado, e para manter o controle do consumo versus a produção, os juros são usados como uma formar de frear o crescimento econômico demasiado,que ultrapasse o limite da produção.

Conforme FRANCO nos coloca, em 2.005 foi utilizado desse argumento do crédito público (que compõe a Receita Pública com obtenção de empréstimos, que em contrapartida traz a obrigação de quitá-los com prazo e demais condições definidas) para justificar a alta taxa de juros, durante este período, quando na realidade, ele nos coloca que isso seja resultado deinadequadas atuações fiscais do governo em relação a administração das suas finanças públicas.

3 POLÍTICA FISCAL

A seguinte Política Econômica a ser tratada é a Política Fiscal, que traça um paralelo entre arrecadação e gastos públicos, usando para tanto as maiores taxas de juros reais o governo comprometeu o crescimento da economia e tirou a possibilidade de se usar a política fiscalcomo estimuladora da demanda agregada, e foi prejudicando o seu crescimento em prol da confiabilidade dos investidores.

Segundo NETO (2010, p. 21):

A política fiscal centraliza suas preocupações nos gastos do setor público e nos impostos cobrados da sociedade, procurando, por meio de maior eficácia no equilíbrio entre a arrecadação tributária e as despesas governamentais,atingir determinados objetivos macroeconômicos e sociais.

Segundo PERES (2005, p. 83):

Impostos nas alturas geram sonegação. Diminuí-la é uma maneira eficaz de aumentar a receita do governo. No caso brasileiro, é preciso agir rápido antes que a sonegação passe a ser vista, como está começando a ocorrer, não apenas como um furto puro e simples mas como uma medida heróica...
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