Piratas do vale do silicio

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“ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA OU ARTE?” O QUE PODEMOS APRENDER COM ESTE MAL-ENTENDIDO?
MATTOS, Pedro Lincoln C.L
I. Resenhista
II. Autor
III. A obra
IV. Resenha
O DICTUM
- POR QUE E QUANDO ALGUÉM FARIA ESSA PERGUNTA?
- A QUE ESTÁ SE REFERINDO MESMO QUEM FAZ A PERGUNTA?
- A SAGA DA CIÊNCIA RACIONAL, MORDENA E EXCLUDENTE
- MAS ESTARÁ A CIÊNCIA TÃO DISTANTE DE UMA ARTE?
- UMA “LINHA DIVISÓRIA”ENTRE CIÊNCIA E NÃO –CIÊNCIA
- O CRITÉRIO POPPERIANO DA REFUTABILIDADE, DIFERENCIANDO CIÊNCIA DE NÃO-CIÊNCIA
- COMO EVOLUIU A CONTROVÉRSIA DA “DEMARCAÇÃO CIENTÍFICA”?
- UMA CONCEPÇÃO SOCIAL E INSTITUCIONAL NA PRÓPRIA EPISTEMOLOGIA DA CIÊNCIA
- O QUE RESTA DA PERGUNTA INCIAL?
V. Referências bibliográficas

I. Resenhista
Afonso Peres Guilherme, Técnico em Manutenção, cursando o 1° Semestredo curso de administração na FAC (Faculdades cearenses)
II. Autor
Pedro Lincoln C. L. de Mattos, professor do centro e ciências sociais aplicadas, universidade federal de Pernambuco – PE, Brasil
III. A obra
Essa obra é um artigo cientifico, que vem explorar e ampliar os questionamentos de alguns cientistas sobre a pergunta “A administração é ciência ou arte” de forma acadêmica.
Esteartigo tem um total de 10 páginas.
Este artigo foi enviado no dia 02.04.2008 e sendo aprovado apena no dia 29.05.2009,tendo como objetivo de alcançar o seu publico alvo: os alunos e professores do curso de administração.
IV. Resenha
O DICTUM
Neste primeiro tópico o autor vem nos fazer a seguinte pergunta: “A administração é ciência oi arte?” e para poder nos ajudar nesta reflexão ele vai usaras citações e frases de três professores universitários Koontz, O’Donnell e Weihrich (1986 [1976])
Segundo MATTOS (2009), nesse artigo vai abranger dois objetivos aonde o primeiro vem no meio de analise pragmática e semântica da linguagem, para depois passar para parte teórica da ciência, com isso o autor irá usar uma trilhar o objetivo o artigo irá fazer perguntas sucessivamente:
“1. O quesignifica formular-se essa pergunta, ou seja, por que alguém a faria, em que circunstâncias ela surgiria?
– Este seria o esclarecimento do sentido pragmático do dictum.
2. Que sentidos podem existir nele, gerando ambiguidade e, talvez por isso, estendendo a sobrevivência da polêmica, sem satisfação final de parte a parte? – Tal seria o esclarecimento do sentido semântico.
3. Como se deve entender –à luz da história e filosofia da ciência – a disjuntividade da sintaxe usada (é ciência ou é arte)? – Aqui já estaríamos procurando o contexto subentendido no nosso dictum, e, de fato, seu aspecto
mais interessante ao debate.
4. E, como parece que o centro de gravidade da questão é a ciência como saber especial e distinto, perguntase: é possível distinguir adequadamente ciência de não-ciência?– A abordagem é teórico-conceitual e mergulha em problema tradicionalmente tratado em filosofia da ciência. Será, talvez, com uma compreensão sociológica desse conceito – mais do que outras, controversas, de natureza epistemológica – que nossa pergunta-título poderia mostrar-se um mal-entendido.
5. Não se pode, no entanto, parar aí. Afinal, após a crítica, ainda restaria de pé algo da pergunta,então refraseada? – Isso concluiria nosso circuito argumentativo”. (MATTOS, 2009)

POR QUE E QUANDO ALGUÉM FARIA ESSA PERGUNTA?
Nesse tópico o autor usa uma comparação entre a dúvida lançada e os outros saberes profissionais.
Segundo MATTOS (2009) os saberes profissionais usam uma identificação clara sobre o que é tratado, pois é, uma identificação individual do assunto já diferente daadministração pois é uma identificação organizacional.
MATTOS (2009), diz que faz sentido perguntar pela natureza do saber de onde viria a eficácia, pois, o objetivo programáticos são as formulações acordadas e das suas formas que são apresentadas, usando indicadores de tempo e grandeza. Mas para LEVINSON (2007, p. 19-22) apud MATTOS (2009), o assunto não é só isso, pois a pragmática da linguagem...
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