Pedagogia

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP
POLO DE APOIO PRESENCIAL GUIACURU
CURSO PEDAGOGIA/LETRAS
DISCIPLINA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO


CLEONICE LINO RA 380672
GRAZIELLE CASTELLO RA 370991
JOSILENE CRISTINA B. MALAQUIAS RA 36350
MARIA JOSÉ DA SILVA RA 380853
WANDERLÉIA MOREIRA VIEIRA RA 376346


RELATORIO FINAL TEÓRICOS CLÁSSICOS DE
LIBRAS


TUTOR A DISTÂNCIA
Profª. Dra.Lilian CristineRibeiro Nascimento
Professora Presencial: Vanessa da Silva e Silva





CAMPO GRANDE-MS
NOVEMBRO 2012


Sumário

1- Introdução

1.1- A Surdez ao longo da História

1.2- O que é a Surdez no Aspecto Médico, Educacional e Social

2- Cultura dos Surdos – Deficiência Auditiva

2.1 - Progressos na Cultura Surda

2.2 - Línguas Naturais versus Língua MaternaIntrodução

Este trabalho tem por finalidade mostrar algumas das diversas dificuldades que o deficiente auditivo encontra no seu dia a dia, e falando também de inclusão de alunos surdos em escolas regulares que foi, é, e será sabe-se até quando um desafio para os professores.Surdez ao Longo da História

Imagina-se que existem surdos desde o começo da humanidade, e com eles surgiu à língua dos sinais, que nasceu da necessidade de comunicação dessas pessoas. O tratamento oferecido a pessoas surdas esteve diretamente relacionado aos fatos que marcaram a história da humanidade, bem como os valores e crenças mantidas pela comunidade. Através dosestudos destes fatos, pode-se perceber que a pessoa surda nem sempre foi respeitada por sua diferença, vista como uma ''anormalidade'' dentro de uma sociedade majoritariamente ouvinte.

Na Antiguidade, os deficientes eram considerados inválidos e eram sacrificados. Aristóteles acreditava que o pensamento era desenvolvido através da linguagem, e a linguagem com a fala. Assim o surdo não pensava econsequentemente não poderia ser considerado gente, humano.
Na Idade Média, como a sociedade era muito voltada à Igreja e às idéias religiosas, as pessoas começaram a ver o deficiente como alguém que merecia compaixão, deixando-os viver; porém os surdos eram colocados em instituições para serem afastados da sociedade. Apenas no século XVI é que os ouvintes começaram a se interessar pela educação dossurdos. No período do Humanismo Renascentista, novas descobertas eram alcançadas através do estudo do corpo, dando início às pesquisas sobre o desenvolvimento da audição.

Padre Pedro Ponce de León inicia, mundialmente, a história dos Surdos, tal como a conhecemos hoje em dia. Para além de fundar uma escola para Surdos, em Madrid, ele dedicou grande parte da sua vida a ensinar os filhos Surdos,de pessoas nobres, nobres esses que de bom grado lhe encarregavam os filhos, para que pudessem ter privilégios perante a lei (assim, a preocupação geral em educar os Surdos, na época, era tão somente econômica). León desenvolveu um alfabeto manual, que ajudava os Surdos a soletrar as palavras.
Em 1780, surgiu na França o Método Gestual, do Abade L'Epeé que misturava o francês escrito com a línguade sinais, ou seja, era o francês sinalizado. O método do Abade fez muito sucesso, então o governo da França resolveu apoiar o Abade criando o Instituto de Surdos-Mudos de  Paris, a primeira escola pública para surdos no mundo.
Em 1857, o professor francês Hernest Huet veio ao Brasil, a convite de D. Pedro II, para fundar a primeira escola para surdos: o Imperial Instituto de Surdos-Mudos, hojeInstituto Nacional de Educação de Surdos - INES, no Rio de Janeiro.
Em 1880, porém, no Congresso Mundial de Professores de Surdos (Milão), chegou-se a conclusão de que todos os surdos deveriam ser ensinados através do Método Oral Puro. As línguas de sinais foram proibidas nas escolas e os professores surdos afastados. Nesse mesmo ano  nasce Hellen Keller, na Alemanha. Hellen ficou cega e surda...
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