Os direitos...

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  • Publicado : 12 de setembro de 2011
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Capitulo I

Introdução

O direito é composto de começo, meio e fim.É preciso examinar com atenção e conhecer o caminho que ele conduz.
A luta é uma porção que completa sua natureza, e condiciona sua idéia. O direito é obtido pela luta, é o trabalho de todo o povo, por isso deve- se prevenir contra a investida da injustiça.
Podemos compreender que o gozo e a paz estão de um lado, a luta e otrabalho de outro, o que existe do direito emprega- se em gerações inteiras.
Se viver na paz e na opulência, deve pensar que os outros estiveram lutando e se empenhado por vós. Pois tudo o que é adquirido, vem do doloroso trabalho motivado pela vontade, o Paraíso é ilusório.
A teoria de direito se preocupa mais com a balança que com a espada da justiça. No sentido de oferecer direitos edeveres.
Para o Estado manter a ordem conforme à lei deve lutar sempre, para contrariar a anarquia investe sobre ele.
Somente a lei é que tem a força de impor regras. Para Puchta o costume é tido como meio de descobrir a persuasão legal, formada quando age, dando poder e força para dominar, direito é uma idéia de força.
Na época primitiva, a moda resolveu deixar interessante, as qualidades mais purascomo a verdade, a sinceridade, a simplicidade. Se não fosse essa persuasão legal, o direito teria desenvolvido em assunto semelhante.
O direito é uma energia formada pela vontade e esforço em obter aquilo que acha certo para si, é o povo defendendo suas leis. Não é um mal, mas a luta por um bem.

Capitulo II
O interesse da luta pelo direito

Essa luta pode ser travada em todas as esferas dodireito, desde as mais baixas até as superiores. A questão do meu e do teu, quando o indivíduo é lesado em seu direito, tudo isso deverá fazer em todo caso um sacrifício: ou pelo direito, ou pela paz. A luta pelo direito é calculada, com perdas e ganhos, nascendo assim a decisão. Porém na realidade não é assim que acontece.
Não se peleja pelo valor sem significado às vezes do objeto, e sim peladefesa da pessoa e seu sentimento de direito, reconhecimento do seu direito.
Essa demanda é mais uma questão de interesse que caráter.
Não ceder à injustiça é um dever do indivíduo para ele mesmo, é um preceito da realidade da moral, dever empregado na sociedade.

Capitulo III
A luta pelo direito na esfera individual

Temos que defender nosso direito, pois desistir completamente da defesaequivaleria a um suicídio moral. Toda injustiça é um ataque contra a idéia do direito. Sofrer toda a violação ao direito da personalidade seria concordar e resistir um momento de injustiça na vida, o que de forma alguma deve ser tolerado. Essa resistência, de algumas partes, nasce de sua educação e profissão. O sentimento e amor pelo direito são tão profundos e excessivos, que muitas vezes háreações violentas, pois qualquer lesão é considerada mais do que pode suportar, como uma dor física, que é a dor da moral. A conduta deve acompanhar a pessoa lesada em seu direito perante a injustiça.
A proporção de energia com que o sentimento reage contra as lesões é uma norma de conhecer até que ponto o povo, o indivíduo sentem a necessidade do direito. Perfeitamente aplicável no direito públicoe privado.
O sentimento da honra e da propriedade, pelo seu estimo no mesmo paralelo, pois os bens é o que provê a existência da pessoa. O homem tem que ganhar o pão com o seu trabalho, eis o dever moral do homem.
Um Estado organizado trabalha em uma questão de interesses, o direito nada mais que um interesse protegido pela Lei. O combate pelo direito é a poesia do caráter, é defender a suaprópria existência moral.
Quando se trata de um ataque à propriedade, não há diferença no interesse de pobres e ricos, pois se trata do valor ideal do direito, não é a quantidade mais ou menos considerável da riqueza que decide, mas a força do sentimento legal.
Defender o direito é uma ação da preservação pessoal, uma obrigação do que foi lesado consigo mesmo.

Capitulo IV
A luta pelo...
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