Origens medievais do estado moderno

2019 palavras 9 páginas
R. STRAYER, Joseph. As Origens Medievais do Estado Moderno. Portugal: ed. Gradiva

I PARTE

“Os primeiros estados europeus que conseguiram perdurar até aos nossos dias formaram-se na França e na Inglaterra e toros os outros foram fortemente influenciados pelo exemplo desses precursores” “O objetivo deste livro consiste em explicar o modo pelo qual os estados europeus desenvolveram algumas das instituições que deles fizeram tão poderosos instrumentos para organizar e governar uma enorme quantidade de pessoas.”
Aqui, no prefácio, o autor define o objeto e a tese de seu livro.
“Um homem pode levar uma vida razoavelmente satisfatório sem família, sem um local fixo de residência, sem confissão religiosa; sem o estado, porém, não é nada.”
“Os valores desse tipo de sociedade (sem estado) eram diferentes dos nossos; os supremos sacrifícios da propriedade e da vida faziam-se pela família, pelo senhor, pela comunidade ou pela religião, e não pelo estado.” Pg. 6
Nestes trechos o autor comenta que nem sempre houve um estado e, nestas sociedades, as preocupações eram outras. Porém, também evidencia a dependência ao estado depois de sua criação.
“(...) surge o sinal seguinte da possível emergência de um estado: a formação de instituições políticas impessoais relativamente permanentes.” Pg. 12
O estado se baseia em instituições fixas, pois estas resistem ao tempo e a troca de governantes.
“A partir do momento em que a maior parte da população politicamente ativa passou a admitir que devia haver uma autoridade capaz de tomar decisões de caráter definitivo foi possível, na prática, tolerar muitas violações desse princípio (monopólio de poder).”
“(...) a substituição dos laços de lealdade à família, à comunidade, loca ou à organização religiosa por idênticos laços, agora em relação ao estado, e a aquisição por parte deste de uma autoridade moral capaz de servir de suporte à sua estrutura organizativa e à sua teórica supremacia legal.” Pg. 15
O estado para se

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