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  • Publicado : 3 de abril de 2013
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Parque tecnológico busca desenvolver a indústria do carvão
Após a notícia da inserção do carvão mineral no leilão de geração energética, o mineral catarinense dá mais um passo importante para se tornar uma fonte sustentável de energia.
A Instituição de Ensino Satc dá forma ao Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL) que pretende se tornar referência em tecnologia do carvão. O ParqueTecnológico atualmente conta com 32 profissionais entre engenheiros civis e de minas, geólogos, geógrafos e biólogos. Todos estes profissionais estão ligados a projetos de recuperação ambiental e desenvolvimento tecnológico.
“Além disso, estamos criando alternativas para que se tenha não só a recuperação, mas uma recuperação com menor custo, aplicando tecnologias ligadas à recuperação ambiental”, explica oengenheiro de Minas e coordenador do Núcleo de Meio Ambiente (CTCL), Júlio Cézar Quintão Gomes. 
A partida para a criação deste Centro foi a sentença condenatória às mineradoras, ao estado de Santa Catarina e a União a recuperar o passivo ambiental de toda a região carbonífera do sul catarinense no ano de 2000.
De acordo com Gomes, as mineradoras mantiveram o processo e também o governofederal e que agora, efetivamente, irá participar nas áreas que lhe cabem. “No momento em que a Satc busca parceiros para desenvolver projetos ela precisa ter uma área para isso”, reforça o coordenador, referindo à construção do parque.
Estrutura e investimento
A área inicial do CTCL será de aproximadamente 12 mil metros quadrados de área construída, num investimento de cerca de R$ 25 milhões. Suaestrutura física que começou a ser construída em 2009 inaugura oficialmente na próxima semana o primeiro dos sete prédios do parque.
Um investimento de R$ 2 milhões e que levou dois anos e meio para ser concluído. O primeiro prédio possui três mil metros quadrados e já abriga os profissionais. Já o Laboratório de Combustíveis (LC) que deverá ficar pronto em aproximadamente dois anos, com recursosda Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Petrobras está orçado em mais de R$ 3 milhões.
“Ao lado de onde será o LC Satc houve um projeto que terminou em dezembro do ano passado que era o desenvolvimento de mitigação e minimização do efeito do esgoto doméstico com a drenagem ácida de minas, ouseja, um controlando o outro, minimizaria o efeito dos dois. Então o esgoto fica minimizado com a drenagem ácida e a drenagem ácida pelo esgoto doméstico, porque um neutraliza o outro. Foi um projeto financiado pela Fapesc, que é um início, um projeto inicial”, coloca o coordenador do Núcleo de Meio Ambiente do CTCL.
Segundo ele, existe outro projeto também em desenvolvimento que é o deaproveitamento de resíduo de escória de siderurgia, resíduo alcalino, muito eficiente para minimizar efeito de drenagem ácida. O projeto tem a parceria da Finep e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Urgs).
“A escoria também é um problema na indústria siderúrgica. Eles têm uma destinação que seria a mitigação e a minimização do efeito da drenagem, tanto pode ser no subsolo, porque se minimizando oefeito no subsolo você não tem a drenagem ácida, que poderia emergir a superfície. Você pode fazer isso com depósitos superficiais. Então são projetos que estão sendo desenvolvidos com esta finalidade”, completa o engenheiro.
Ampliação do Centro 
O CTCL cresceu e começou a desenvolver atividades não só na área de recuperação ambiental, mas atendendo a demanda de outras empresas para pesquisa deoutros projetos para a indústria de carvão.
“Ele é focado em meio ambiente, em tecnologia e desenvolvimento para a indústria de carvão. O objetivo do CTCL é tornar referência em tecnologia para carvão, o crescimento dele vai ser neste sentido. O primeiro laboratório será, exclusivamente, para combustíveis fósseis para fazer qualquer tipo de análise ligadas à indústria do carvão. Então se houver...
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