Naturalismo grego

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CONCEPÇÕES ESTÉTICAS


NATURALISMO GREGO

O Naturalismo marcou profundamente parte da arte ocidental: arte grega antiga, durante a Idade Média, a arte renascentista. Para Harold Osborne, o naturalismo pode ser definido como a ambição de uma semelhança convincente da aparência real das coisas.
A parte do modelo naturalista, podemos diferenciar o:
- Realismo: mostra o mundo como ele é.
-Idealismo: retrata o mundo em suas boas condições.
Após a Idade Média, com o rompimento do naturalismo, no século XIX os impressionistas, passam a dar primázia a variação da luz e representação dos objetos. A mudança se dá ao surgimento da máquina fotográfica, que fixava as imagens do mundo de forma rápida e econômica. Assim os artistas começaram a repensar a função da arte e o espaço dapintura.

O NATURALISMO NA ARTE GREGA

Na Grécia antiga não haviam artistas e as obras de arte eram utensílios ou instrumentos educacionais. Quem produzia artifície era considerado um trabalhador manual.A função da arte nessa época era representar a realidade e tinha como característica à fidelidade anatômica nas esculturas. Para Platão a mínese "representava" e não "imitava" a realidade, jáAristóteles acreditava que "todos os ofícios manuais e toda a educaçào completam o que a natureza não terminou". Ele acreditava que o prazer da arte era um prazer intelectual.

A ESTÉTICA MEDIEVAL E A ESTILIZAÇÃO

Na Idade Média a arte não teve grande espaço já que era vista como algo que prejudicava o fortalecimento da alma e do espírito. Apesar disso, a Igreja usava a pintura e a escultura paraensinar sobre a religião, já que o índice de anafalbetismo era enorme. Assim o naturalismo é abandonado em prol da estilização, ou seja, da simplificação dos traços e do abandono de detalhes individualizados. Assim o entendimento de todos se torna mais fácil. A Igreja Ortodoxa bizantina também se utilizou da arte simples para passar as mensagens de sua religião paras as pessoas. Assim, tanto noOriente como no Império Bizantino prevalece a ideia de que a beleza não é um valor independente dos outros, mas é a verdade em forma de símbolos.

SANTO AGOSTINHO

Elaborador de uma rigorosa teoria do belo como regularidade geométrica. Quando se trata de música, Santo Agostinho, considera o número uma ferramenta de comparação, porque isso leva a ordem das partes iguais dentro de um todo. O seuconceito de beleza tem base na realidade sendo tudo como deve ser, com proporção.



SÃO TOMÁS DE AQUINO

Para ele a beleza é um aspecto do bem, idêntica a bondade, porque o belo é agradável. São Tomás põe três condições para a beleza:

- Integridade ou perfeição, porque tudo que é incompleto é feio.
- Proporção ou harmonia.
- Claridade ou luminosidade, ou seja, ter o brilho em todas ascoisas.

O NATURALISMO RENASCENTISTA

No século XIV e XV na Europa, começa o movimento Renascentista onde o trabalho do artista é visto como trabalho intelectual.Assim as arte vão buscar um naturalismo crescente, utilizando-se da ciência e criando muito ilusionismo visual. Osborne define seis princípios renascentistas em relação a estética:

- A arte é um ramo do conhecimento, portanto,criação da inteligência.
- A arte imita a natureza com a ajuda das ciências.
- As artes plásticas e a literatura têm propósito de melhoria social e moral, aspirando ao ideal.
- A beleza é uma propriedade objetiva das coisas e consiste em: ordem, harmonia, proporção, adequação. A harmonia se expressa matematicamente.
- As artes alcançam a perfeição na Antiguidade clássica, que deve ser estudada.
- Asartes estão sujeitas as regras da perfeição racionalmente apreensíveis que podem ser formuladas e ensinadas com precisão. Aprendemo-las pelo estudo das obras da antiguidade.

ILUMINISMO E ACADEMISMO: A ESTÉTICA NORMATIVA

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