Monografia esquizofrenia

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SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 - CONCEITO

1.1 Breve Histórico
1.2 Considerações Etiológicas
1.3 Apresentação Clínica
1.3.1 Pré-Morbidade
1.3.2 Evolução Clínica
1.4 Neurodesenvolvimento na Esquizofrenia

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE ESQUIZOFRENIA
CAPÍTULO 3 - A FAMÍLIA INTERAGINDO COM A ESQUIZOFRENIA
3.1 A esquizofrenia na sociedade
3.2 A Postura a Ser Tomada Pela Família Mediante aEsquizofrenia
3.2.1 A Forma de Lidar Com o Momento de Crise Esquizofrênica
3.3 O Esquizofrênico Negando o Tratamento
3.3.1 A Prevenção de Recaídas
3.3.2 A Importância de Um Ambiente Acolhedor

CAPTULO 4 - TRATAMENTO FARMACOLOGICO
4.1.Tratamento da esquizofrenia
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS


INTRODUÇÃO

Neste estudo seráabordado o conhecimento sobre esquizofrenia. As pesquisas que informam sobre a história da esquizofrenia bem como seus tipos, causas, tratamento, medicação. Esta é uma doença complexa. A esquizofrenia é um severo transtorno do funcionamento cerebral. É uma doença mental que está incluída nas psicoses. As psicoses estariam caracterizadas pela distorção do senso de realidade, denotando uma inadequação efalta de harmonia entre o pensamento e a afetividade. A esquizofrenia seria a representante mais característica das psicoses, sendo um transtorno da personalidade total que afeta a zona central do eu e altera toda estrutura vivencial. Isso inclui mudanças na química cerebral, fatores genéticos e mesmo alterações estruturais.
Não há uma regra fixa quanto ao modo de início: tanto podecomeçar repentinamente e interromper uma crise exuberante, como começar lentamente sem apresentar mudanças extraordinárias, e somente depois de anos surgir uma crise característica.
A esquizofrenia existe em duas vertentes problemáticas que coexistem. As manifestações clínicas e as manifestações como processo imanente do desejo da esquizofrenia produzem efeitos variados. No entanto, emambos os casos as linhas de fuga são primeiras e o capitalismo não cessa de capturá-las para si.
Esse estudo é relevante, pois o conceito de esquizofrenia é múltiplo, implicando em clínicas e práticas diferentes. A esquizofrenia é um território de múltiplos fazeres e conceituações. Essa multiplicidade permite uma expressão de diferentes posicionamentos e agenciamentos.Quais são esses agenciamentos forçados pela esquizofrenia? Creio que tais agenciamentos surgem do caráter desconcertante dessa condição, condição que esfrega no rosto de todo homem o esvaziamento da identidade e da subjetividade. Esse esvaziamento é absolutamente aterrador e esperançoso, provavelmente é esse efeito que faz com que parcelas da humanidade se debrucem sobre ela.
O objetivodesse trabalho não é buscar a essência conceitual da esquizofrenia, mas buscar o trabalho conceitual, como acontecimento,

Este estudo foi baseado no uso da pesquisa bibliográfica e artigos especializados de sites, para a obtenção de dados consistentes sobre o tema, os quais foram coletados através de livros, revistas e artigos publicados, para que se pudesse desenvolver com precisão e coerência asinformações levantadas durante a pesquisa. Sendo um trabalho relevante para o desenvolvimento de uma atividade integrada para todos os profissionais da saúde, pois apresenta de forma sistematizada como causa e o tratamento é necessário para proporcionar o bem estar de quem as pessoas as quais são denominadas esquizofrênicas.

CAPÍTULO 1

1 CONCEITO

A esquizofrenia é um distúrbio psicóticocaracterizado pela dissociação das funções psíquicas. Sua definição é complexa, porém os fenômenos de maior relevância são os distúrbios de relacionamento e de afeto, a desorganização do pensamento e o impedimento para delimitar a realidade da fantasia (KAPLAN; SADOCK, 1997) sendo os mesmos considerados sinais patognomônicos da doença (NIEMI et al., 2003).
Dentre as psicoses existentes, a...
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