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FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE OURINHOS
CURSO DE DIREITO





Leonardo Kenji Ezaki da Silva












O CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNAS
























OURINHOS
2012
FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE OURINHOS
CURSO DE DIREITO





Leonardo Kenji Ezaki da Silva










O CASO DOS EXPLORADORESDE CAVERNAS









Trabalho acadêmico apresentado à Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos como exigência parcial à aprovação na disciplina de Introdução ao Estudo do Direito.


Professora: Me. Vilma Aparecida de Lima












OURINHOS
2012
SUMÁRIO





1.INTRODUÇÃO.....................................................................................................03

2. DESENVOLVIMENTO........................................................................................04

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................06

REFERÊNCIABIBLIOGRÁFICA............................................................................07

























































1. INTRODUÇÃO



“O caso dos exploradores de caverna” traz ao leitor um embate entre o direito natural e o positivismo jurídico, mostrando e induzindo ao pensamento da diferença na interpretação do direito, em ser estrito ao que a lei diz ou tentar interpretá-la de acordo coma realidade social de cada caso.
2. DESENVOLVIMENTO

O livro conta a história de cinco membros de uma sociedade espeológicas, que após adentrarem uma caverna, foram surpreendidos com um desmoronamento e em razão disso, pedras gigantescas bloquearam a única passagem. Depois de passar o prazo para volta dos exploradores, seus familiares avisaram as autoridades, que enviaram uma equipe desocorro para o local.
O trabalho foi muito difícil e novos deslizamentos ocorreram, sendo que em um desses, dez operários morreram soterrados. Foram necessárias arrecadações e empréstimos para conseguir fundo suficiente para o resgate. No vigésimo dia de resgate, foi descoberto que os exploradores possuíam um radio transmissor, o que tornou possível a comunicação entre os exploradores e oacampamento de resgate. Os exploradores perguntavam quanto tempo no mínimo, levaria o resgate. A resposta foi que o resgate levaria no mínimo mais dez dias.
Depois desse breve contato, os exploradores começaram a pensar se sobreviveriam 10 dias sem alimentação e se era possível sobreviver usando carne humana como alimento.
A primeira hipótese foi negada e a segunda foi respondida, dizendo que teriamgrandes chances de sobreviver se alimentando de carne humana.
Os exploradores dirigiram várias perguntas as autoridades religiosas, judiciárias e médicas, a fim de saber a moralidade e licitude do ato de comerem carne humana na situação em que se encontravam. As autoridades não deram respostas a nenhuma destas perguntas.
Após a ausência de respostas a comunicação foi interrompida e osexploradores decidiram sacrificar um dos cinco, para que a sobrevivência os outros quatro fosse garantida. Roger Whetmore propôs um sorteio para a escolha daquele que seria sacrificado. Antes do início do jogo, Whetmore desistiu de participar e sugeriu que esperassem mais uma semana. Seus companheiros o acusaram de traição e procederam ao lançamento dos dados. Quando chegou a vez dele, acabou sendo oescolhido.
Ele foi morto e sua carne serviu de alimentos para os outros exploradores, que sobreviveram até o 30º dia e foram resgatados.
Após o resgate os sobreviventes foram a julgamento e em primeira instância foram condenadas à pena de morte em segunda instância foram analisados por quatro juizes: Foster, Tatting, Kenn E Handy.
Foster propõe a absolvição dos réus baseando-se numa...
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