Mitologia nordica, um conceito abrangente e atualizado

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As melhores histórias da mitologia nórdica
A. S. Franchini / Carmen Seganfredo

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Sumário
Prefácio

4

As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica
A Criação

5

Loki e o construtor do muro

8

Thor e seu criado Thialfi

12

Thor em Jotunheim

14

O desaparecimento de Miollnir

23

A espada mágica de Freyr

27

Oanel de Andvari

33

Sigmund e a espada enterrada

52

Sigurd e o anel do dragão

61

Sigurd e Brunhilde

73

A morte de Balder

81

A viagem de Hermod

89

O castigo de Loki

95

Freya e o colar dos anões

100

O roubo do Brisingamen

108

A aposta de Loki

116

Odin na corte do Rei Geirrod

123

Thor e o rapto de Loki

131

Idun e as maçãs dajuventude

137

O casamento de Niord e Skadi

144

A captura do lobo Fenris

149

O roubo do hidromel

159

Thor e a serpente do mundo

165

O gigante Hrungnir

169

A batalha de Ragnarok

173

O Anel dos Nibelungos
Primeiro Ato - O Ouro do Reno
I - Um anão entre as ninfas

185

II - O preço do Valhalla

191

III - O elmo de Tarn

197

IV - A maldição do anel205

Segundo Ato - A Valquíria
I - A casa do freixo

215

II - Brunhilde, a Valquíria

223

III - A espada partida

228

IV - A ira de Wotan

234

Terceiro Ato - Siegfried
I - O nascimento de Siegfried

243

II - A revelação do anão

248

III - Um torneio de enigmas

254

IV - Siegfried forja Notung

259

V - O dragão e o anel

265

VI - O despertar deBrunhilde

274

Quarto Ato - O crepúsculo dos deuses
I - O diálogo das Nornas

285

II - Os Gibichungs

291

III - A traição a Brunhilde

297

IV - O engano é desfeito

301

V - A conspiração

307

VI - A morte de Siegfried

312

VII - O fim de tudo

316

Glossário

321

Gráfico genealógico dos personagens

325

Prefácio

A

Mitologia Nórdica diz respeitoaos povos que habitaram, nos tempos précristãos, os atuais países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca), além da gélida
Islândia. Este conjunto de mitos também teve especial desenvolvimento na Alemanha,
que foi a grande divulgadora da riquíssima cultura dos nórdicos. Com a expansão das
navegações vikings, esta difusão acentuou-se ainda mais, indo alcançar também os
povos de línguainglesa e deixando sua marca até na própria denominação dos dias da
semana destes países (Thursday, por exemplo, é o "dia de Thor"; e Friday, "dia de
Freya").
No século XIII (cerca de trezentos anos após a conversão da Islândia ao
cristianismo), o islandês Snorri Sturluson (1179 - 1241) codificou grande parte destes
mitos no livro Edda em Prosa. Nesta obra, o poeta e historiador islandês registroualgumas das principais lendas relativas aos deuses e heróis dos tempos pagãos que
recolheu em suas andanças por todo o país. Acrescentou também um extenso tratado de
arte poética, onde ensinava a métrica e o elaborado sistema de metáforas dos escaldos
(poetas que difundiam, oralmente, as antigas lendas).
Apesar de algumas destas histórias serem trágicas (como, por exemplo, a história deSigurd e Brunhilde), a maioria delas, ao contrário, tem uma veia cômica bastante
pronunciada, especialmente, aquelas nas quais os deuses são os protagonistas. Jamais
saberemos, no entanto, até que ponto a versão original destas histórias tinha mesmo esta
conotação ou até onde houve a intenção (deliberada, ou não) do cristão Sturluson de
tentar ridicularizar os antigos deuses do paganismo. Dequalquer forma, são justamente
estas as histórias mais interessantes e representativas da riquíssima mitologia nórdica.
Nelas, Odin (ou Wotan) e sua irrequieta trupe estão sempre envolvidos em jogos de
enganação com os gigantes, seus eternos inimigos, destacando-se, invariavelmente, o
astuto - e quase sempre perverso - Loki, o enganador por excelência (Loki representa
nesta mitologia um papel...
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