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“Do Egito ao Sinai pelo deserto, lugar de dependência e conquista”
Por Marcelo M. Guimarães

Passamos pela festa de Pessach (páscoa) que nos chamou atenção, simbolicamente, da nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas, afastado de D´us) para o deserto da liberdade. A celebração da páscoa reforçou nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agorasomos livres em Yeshua, mas não podemos nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovando nossos conceitos, pensamentos, nos livrando das prisões da mente, da alma. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos do ‘egito’, então o ‘egito’ precisasair de dentro de nós, precisamos ainda de cura e libertação. Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Por isso, analogamente, HaShem agora nos leva ao “deserto”, lugar que aprendemos a ser dependentes Dele, lugar de grandes conquistas. Onde há leis, há conquisas. Pois, não hácomo ser completamente livre da escravidão sem que não haja lei, um sistema de leis. Em outras palavras, podemos dizer que uma verdadeira liberdade nos exige conhecer e respeitar nossos limites, as leis que protegem a liberdade e nos dá autoridade para exercer um dos maiores presentes de D´us, o livre-arbítrio. Em Yeshua, o Cordeiro Pascoal, resgatamos nossa identidade, pois não havia identidadenum sistema de escravidão, quando cedíamos nossa liberdade ao senhor das trevas e éramos aprisionados nas paixões de nossa carne. Agora, estamos livres e precisamos ser libertos para consolidar esta nova natureza espiritual, nosso novo nascimento em Yeshua, D´us nos tirou do ‘egito’ para nos transportar até ao Monte Sinai, onde o povo hebreu recebeu no 50º. dia após a saída do Egito, a outorga daTorá (matan hatorá), as instruções de D´us, os limites que protegem e asseguram a verdadeira liberdade e independência do sistema das trevas, embora ainda vivemos no “deserto” a caminho de Canaã celestial. Permitam valer-me novamente de um gráfico mostrado no ano de 2012 que elucida o momento em que estamos vivendo nessa caminhada do “Egito” ao Sinai.

DE PESSACH (PÁSCOA) PARA SHAVUOT (PENTECOSTES)
Maturidade

SER LIBERTO

49 DIAS

PARA (SERVIR)
- SHAVUOT – Recebimento da Torah - REDENÇÃO ESPIRITUAL

- (MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO ATRAVÉS DE DONS E - REDENÇÃO FISICA MINISTÉRIOS) - PÁSCOA ( ibertação e resgate da identidade)

SER LIVRE

DE

0

(LUZ – NOVO NASCIMENTO)
5

TEMPO

1

Este gráfico mostra simbolicamente a caminhada que um salvo em Yeshua percorre,deixando o Caminho do mundo, passando a ser livre (pelo novo nascimento) e que agora necessita “subir a Rampa” para alcançar um nível superior de qualificação em Shavuot ( pentecostes), tanto na Revelação da Torá quanto na busca do recebimento dos dons e ministério do Espírito Santo.

D´us pede que o povo hebreu contasse 49 dias e se preparasse nesse tempo para a celebração da festa de Shavuot, orecebimento da santa Instrução. Se na páscoa fomos libertos DE algo que nos prendia, agora em Shavuot somos libertos PARA servir a D´us. Agora temos a nova natureza, o novo nascimento espiritual. No Sefirat haOmer, na contagem dos molhos, durante 49 dias, consolidamos a nova natureza de D´us em nós que Paulo falou em I Co 6:19, pois o Espírito do Eterno quer habitar dentro de nós. Na contagemdesse tempo abrimos o nosso coração para a união da Graça com a Lei, ou seja, a graça não pode existir sem a lei e lei não pode existir sem a graça, pois ambas estão interligadas e se completam. Fomos salvos pela Graça em Yeshua, mas agora precisamos continuar nossa vida caminhando no “deserto” deste mundo, sendo protegidos, obedecendo os mandamentos, estatutos e ordenanças do Senhor. A Torá...
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