Mestrando

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DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS








IMPACTO AMBIENTAL: ESPÉCIE EXÓTICA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO




PCF 517 – Avaliação de Impactos Ambientais
Prof. Doutor José Aldo Alves Pereira




Mestrando: José Edimar Vieira Costa Júnior










LAVRAS
2013





SUMÁRIO



1.INTRODUÇÃO....................................................................................................1

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

1. Introdução de Espécies Exóticas Invasoras.................................................3

2. Controle de Espécies Exóticas Invasoras em Unidades de Conservação...................................................................................................8

3. Estudos deCasos............................................................................................9
4. Estratégia para Controle de Espécies Exóticas Invasoras......................13
3. Considerações Finais.........................................................................................16
4. Referências Bibliografia..................................................................................171. INTRODUÇÃO



Entende-se como espécies exóticas invasora aquelas espécies que se encontra fora de sua área de distribuição natural, ameaçando ecossistemas, habitats ou espécies, devido suas vantagens competitivas e favorecidas pela ausência de predadores e pela degradação dos ambientes naturais, dominando os nichos ocupados pelas espécies nativas, notadamente em ambientes frágeis edegradados (MMA, 2013).
Segundo Ziller 2001, o processo de invasão de um ecossistema por uma espécie exótica - a contaminação biológica - se dá quando qualquer espécie não natural de um ecossistema é introduzida nele e se naturaliza, passando a se dispersar e a alterá-lo.
Espécies exóticas invasoras são reconhecidas, atualmente, como uma das maiores ameaças biológicas ao meio ambiente, com enormesprejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais, além dos riscos à saúde humana, sendo também consideradas a segunda maior causa de perda de biodiversidade, após as alterações de habitats (MMA, 2013).
Para definir se uma espécie é nativa ou não de uma região, Dechoun 2012, alerta que não podem ser utilizados os limites geográficos por nós estabelecidos, como divisas demunicípios, estados ou países. Deve-se segundo o mesmo autor utilizar as regiões biogeográficas de domínio dos diferentes biomas e ecossistemas, e as diferenças determinadas pelo clima em diferentes regiões para determinar as distribuições das espécies. Com base nisso, uma espécie da região Amazônica, por exemplo, em um estado da região Sul do país, localizado no Bioma Mata Atlântica, deve ser chamada deespécie exótica, e pode ser chamada de invasora, caso possa provocar impactos ambientais.
A introdução de plantas e animais além de sua área de distribuição natural tem sido cada vez maior como resultado de oportunidades de transporte, comércio, viagens e turismo entre diferentes países e continentes (DUCHOUN, 2010).
Em parques nacionais, bem como em outras categorias de áreas protegidas, osimpactos negativos podem ser gerados por diferentes atividades inadequadas como de uso público, gerando impactos biofísicos, que interferem sobre a qualidade do solo, a água, vegetação e fauna (ANDRADE et al., 2012), e, sociais, quando relacionados à perda de qualidade na experiência do visitante (LEUNG; MARIOM, 2000).
Para Pickering; Hill (2007), as atividades de recreação provocam efeitosdiretos, como o pisoteio sobre a vegetação e o aumento da erosão, e, indiretos, como a introdução e a dispersão de espécies exóticas e de patógenos.
Sabe-se que, atualmente, grande parte das Unidades de Conservação no Brasil contém espécies exóticas invasoras, destacando que não há registro específico de Unidades de Conservação que não possuam espécies exóticas invasoras em seu interior, ainda...
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