Maternidade e univercidade

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  • Publicado : 5 de outubro de 2012
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O presente estudo se problematiza nas questões referentes à gestação entre acadêmicas da Universidade Federal de Mato Grosso, campus do Araguaia sua vivencia eexperiências pessoais, no papel de mães, estudantes de nível superior e individuo social. Para tanto serão discutidas as políticas de proteção e assistência a gestante/mãeuniversitária, sua efetividade e importância na garantia do direito a educação, assim sendo esse estudo se iniciara apresentando um breve resumo sobre a história daeducação feminina no Brasil, suas conquistas nos campos da educação e ciência, haja vista que desde o primórdio eram elas privadas do acesso ao ensino. RESUMO
No decorrer dahistória brasileira houve uma clara divisão sexual do trabalho que, de maneira geral, impôs às mulheres as funções domésticas e de reprodução (privadas), e aos homens asatividades extra-domésticas e produtivas (públicas), voltadas ao sustento familiar. A prevalência de altas taxas de mortalidade e morbidade, especialmente relacionadosà mortalidade materna e infantil, mantinham baixa a expectativa de vida da população. Assim como meio compensativo a sociedade privava por manter alta a taxa denatalidade. O sexo feminino se mantinha “preso” às atividades de criação da prole e aos afazeres domésticos, uma vez que tinham um grande numero de gestações durante o períodoreprodutivo. Nesse contexto, as mulheres gozaram de menor acesso à educação quando comparadas ao sexo masculino, pois além da reduzida oferta de vagas, a culturapatriarcal e sexista destinava aos homens o papel de provedores, cabendo-lhes oportunidades educacionais e de trabalho remunerado mais vantajosas. (ALVES, J. E. D, 2003).
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