Matematica aplicada a biologia

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CURSO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS













ALEXANDRE APARECIDO PORFIRIO

Matemática: conceitos e aplicações em Biologia
























Leme SP

2012









OBJETIVO:

Conceitos matemáticos: conjuntos e sua aplicabilidade em Biologia; funções de 1o e 2o graus e sua aplicabilidade em Biologia; funções exponenciais e logarítmicase sua aplicabilidade em Biologia.




Trabalho apresentado como requisitos para a conclusão da Matéria de Matemática, Curso de Ciências Biológicas, no Centro Universitário Anhanguera.


Professor: Hareton Bortoli
Coordenador Curso: MSc. José Eduardo Peixoto.Alunos:
Alexandre Aparecido Porfírio RA:45200054713













Leme SP

2012

RESUMO

No presente texto, discorre-se inicialmente a respeito do modelo de pensamento moderno-cartesiano e da sua ingerência na seara pedagógica. Em seguida, aborda-se o ideário emergente, que é baseado no indeterminismo das regras da natureza ena união. Após tal exposição, objetivando-se a consecução da interdisciplinaridade nos níveis educacionais fundamental e médio, ação condizente com o paradigma que ora emerge, destaca-se a viabilidade da aplicação.
O Paradigma moderno-cartesiano, nascido no século XVII, mantém-se hegemônico ainda nos tempos atuais, malgrado o progressivo crescimento do número de conclusões filosóficas ecientíficas acerca de suas limitações.
Baseado nas crenças da fragmentação e do determinismo afeto aos fenômenos naturais, esse paradigma, também chamado de “modelo da racionalidade técnica”, exerceu e exerce profunda influência no âmbito pedagógico, que é marcado, nesse sentido, pela defesa do conhecimento como algo independente do sujeito, como algo objetivo, real, neutro e imutável.Sem espaço para críticas ou construções discentes, tem-se, então, o ensino dito “tradicional”, de cunho memorístico, cujo currículo é basicamente prescritivo, marcado pela inflexibilidade dos conteúdos e condizente com uma sistemática de avaliação meramente somativa.
A formação docente é direcionada para a preservação desse processo, em que dominam a transmissão-repetição, a memorizaçãomecânica, a fragmentação cognitiva e a descontextualização. Capra, a propósito da modernidade, afirma que:
René Descartes criou o método do pensamento analítico, que consiste em quebrar fenômenos complexos em pedaços a fim de compreender o comportamento do todo a partir das propriedades das suas partes. Descartes baseou sua concepção da natureza na divisão fundamental dedois domínios independentes e separados – o da mente e o da matéria. O universo material, incluindo os organismos vivos, era uma máquina para Descartes, e poderia, em princípio, ser entendido completamente analisando-o em termos de suas menores partes (CAPRA, 2004, p. 34-35).

Em contraposição ao paradigma modernista, já há certo tempo tem-se fortalecido, na comunidade científica, oideário que se fundamenta na distinção com união e no indeterminismo dos eventos naturais, sendo o futuro fenomênico melhor analisado, segundo preceito de Ilya Prigogine (1996), quando se utiliza ferramental estatístico, correspondendo o citado indeterminismo à consecução de liberdade e de criatividade, ambas extensivas, crê-se, aos eventos sociais, em que pese Prigogine haver se restringido, em suaspesquisas, aos fenômenos físicos.
O conhecimento, em se tratando da concepção epistemológica que emerge, é entendido como representação humana, não sendo mais visto como verdade objetiva, como algo independente do homem. Partindo-se da ideia emergente de que, na natureza, “tudo se liga a tudo”, é sensato deduzir-se que os conhecimentos acerca de um objeto de análise devam ser interligados...
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