Manual gerdau de pisos industriais

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Manual Gerdau de

Pisos
Industriais
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ti iiCÜtl.-

Públio Penna Firme R odrigues
S ilvia M aria Botacini
W agner E dson G asparetto

PÚHLIO

PENNA

FIRME

RODRIGUES

G raduado pela Escola d t Engenharia
M a u i , com m cslradn pela Escola
Poltldcnlcn da Univorsiallios
lúcnícot publicados 11.1 íirea do concreto,
cimento, pre-fa br içados, pisos t1pavimcnios de concrclo, É membro .atuante
do I BRACON c ACI.

SILVIA M ARIA BOTACINi
Graduada prla Faculdade de Engenharia de Barrctos, com cípeclal isaçao cm
Engenharia Ambienl.il pela Faculdade dc
Saúde Pública - USP, alua desde 19113 na
área efe coordenação de projelos de engenha ri a rms campos
drenagem e loneiimcnlo, tendo nos últimos cinco anos dedicados m s trabalhos
de gcronciamcnlo deprojetos de pisos e
pavimento» na I.PE Engenharia.

Graduado pola Escola ,2; Sub-bases granukits- incremento do coeficiente de recalque k

5.3.2 Sub-bases 1 ratadas com cimento
As sub-bases tratadas c om cimento incorporam um ganho de qualidade a o pavimento c omo um lodo,
pois quando comparadas às sub-bases d e material granular, d iminuem significativamente as tensões
transmitidas a osubleito e, por conseqüência, as deformações do terreno de fundação.
A eficiência da sub-base pode ser, a priori, avaliada pelo módulo d e elasticidade ou resiliente dos
materiais q ue as formam, Na tabela ,r>,3 (Rodrigues e Pitta, 1997) é apresentada a faixa de v ariação usual
para os diversos materiais empregados.

JVI.IIHM I Oeidau < • Cisus LM.lus.lri.iis
[
<

27

Solos tratados comcimento - SMC
O s olo m elhorado c om c imento nada mais é d o q ue u m solo-cimento c om b aixo teor d e ligante,
v ariando entre 3 % e 6 % e m v olume, ü SMC é e xecutado c om solos arenosos e o largo e mprego desse
material, por e xemplo, c om os solos finos arenosos, v em atestando a sua q ualidade e f acilidade d e
e xecução.
Tipo d c M aterial
C oncreto c ompactado c om r olo
n =7,QÜ0 M Pa o 14,000 M Pa

P erda d c S uporte ( PS)
0a1

Hríla graduada tratada c om c imento
ü - 3 .SÜ0MP.1 a 7 ,000 M P j
Gases iratadas c om asfalto

0a1
0a1

1 - 2.SOO MPa a 2,100 MPa
;

Misturas e stabilizadas c om asfalto
H = 2 80 M P a a 2 ,100 M P a
Solo-cal
R = 140 M P a a 3 00 M Pa

i a3
1a3

Híises ^ran ti lares
E - 100 M P a a 3 00 M Pa
M aterial f ino o u s ubleitoü = 20 M Pa a 2 80 M R i

i a3
2a3

Tahçla .1,3; Módulos resll lentes cie mnleriais para sub-base de pavimentes rígidos

O solo tratado c om c imento t ambém p ode ser e mpregado para o c ontrole d e materiais expansivos, visto
q ue o c imento p romove sensível r edução no í ndice d e p lasticidade, d ependendo d o teor e mpregado que para essas situações p ode c hegar a té p róximo a 8% {Yoder e W itczak, 107:">>. Cntretanto, o e mprego
d o c imento, c om esta f inalidade, a caba freqüentemente esbarrando em questões e conômicas e também
o peracionais, visto q ue solos c om essas características tornam d ifícil a a dequada h omogeneização c om
o c imento s em e quipamento e specífico.
E m p rincipio, q ualquer solo inorgânico p ode ser e stabilizado c om c imento, e mboraseja c onveniente
q ue o solo a ser tratado atenda a algumas características e specificas (Rodrigues e Cassaro, 1998).
G teor d e c imento necessário para estabilizar um solo é f unção d e suas características físico-químícas e,
na prática, p ode ser m ais rápida a e xecução d e ensaios c om teores d e c imento v ariados, medindo-se
uma p ropriedade m ecânica da mistura, c omo, por e xemplo, oCBR. A tabela 5.4 { Rodrigues e Pilta,
1997) apresenta o incremento cie k em f unção da presença d e sub-base d o tipo SMC.

Brila graduada traiada com cimento
Trata-se d e uma sub-base intermediária entre o solo-cimento e o c oncreto c ompactado c om rolo ( ÍJalbo,
1993). A brita graduada tratada c om c imento {8CTQ

tem bom d esempenho e a ceitação c omo sub-base

d e p avimentos...
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