Maleca

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  • Publicado : 17 de abril de 2013
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INTRODUÇÃO
A económia mundial sofrerá mudanças drásticas nos próximos anos. Neste cenário, analisar o impacto da mesma sobre o mercado e identificar as oportunidades é inportante para qualquer estudante.
O evento "A Historia economia do século XXI" apresentará uma visão estratégica sobre o estágio atual e o futuro das interações comerciais e financeiras da economia global, através do olharexperiente a realidade económica Mundial.
Em todas as regiões do mundo a recessão econômica está profundamente enraizada, resultando no desemprego em massa, no colapso de programas sociais do Estado e no empobrecimento de milhões de pessoas. A crise económica é acompanhada por um processo de militarização à escala mundial, uma “guerra sem fronteiras” liderada pelos Estados Unidos da América e seusaliados da NATO. O comportamento do Pentágono na “longa guerra” está intimamente relacionado com a reestruturação da economia global.
















Estamos a tratar de uma crise ou recessão económica definida de modo estreito. A arquitectura das finanças globais sustenta objectivos estratégicos e de segurança nacional. Por sua vez, a agenda militar EUA-NATO serve para endossaruma poderosa elite dos negócios a qual implacavelmente eclipsa e mina as funções do governo civil.
O colapso dos mercados financeiros em 2008-2009 foi o resultado da fraude institucionalizada e da manipulação financeira. Os “salvamentos bancários” foram implementados com base nas instruções da Wall Street, levando à maior transferência de riqueza monetária da história registada, enquantosimultaneamente criava uma dívida pública inultrapassável.
Com a deterioração à escala mundial de padrões de vida e o afundamento dos gastos de consumo, toda a estrutura do comércio internacional de mercadorias está potencialmente em risco. O sistema de pagamentos de transacções em dinheiro está caótico. Em consequência do colapso do emprego, o pagamento de salários é rompido, o que por sua vez dispara umaqueda nas despesas com bens e serviços de consumo necessários. Este mergulho dramático no poder de compra faz ricochete no sistema produtivo, resultando numa cadeia de despedimentos, encerramentos de fábricas e bancarrotas. Exacerbado pelo congelamento do crédito, o declínio na procura do consumidor contribui para a desmobilização de recursos materiais e humanos.
Este processo de declínioeconómico é cumulativo. Todas as categorias da força de trabalho são afectadas. Pagamentos de salários já não são mais cumpridos, o crédito é interrompido e os investimentos de capital estão paralisados. Enquanto isso, em países ocidentais, a “rede de segurança social” herdada do estado previdência, a qual protege os desempregados durante uma retracção económica, está também em perigo.
O mito darecuperação económica
A existência de uma “Grande Depressão” na escala da da década de 1930, se bem que muitas vezes reconhecida, é obscurecida por um consenso inflexível: “A economia está a caminho da recuperação”.
Apesar de haver conversas acerca de uma renovação económica, comentadores da Wall Street persistentemente e intencionalmente têm deixado de lado o facto de que o colapso financeiro não ésimplesmente composto por uma bolha – a bolha imobiliária da habitação – que já explodiu. De facto, a crise tem muitas bolhas, todas as quais superam a explodida bolha habitacional de 2008.
Embora não haja desacordo fundamental entre os analistas da corrente dominante acerca da ocorrência de uma recuperação económica, há debates tempestuosos sobre quando ocorrerá, se no próximo trimestre ou noterceiro trimestre do próximo ano, etc. Já no princípio de 2010, a “recuperação” da economia dos EUA fora prevista e confirmada através de uma barragem de desinformação dos media com palavras cuidadosamente escolhidas. Enquanto isso, os problemas sociais do desemprego agravado na América foram escrupulosamente camuflados. Economistas viram a bancarrota como um fenómeno microeconómico.
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