Macrografia

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| |ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA |
| |Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba|
| |Av. Monsenhor Martinho Salgot, nº 560 – Bairro Areião |
| |CEP: 13414-040 – Piracicaba SP |
| |Fone: (019) 3421-4982|




“MACROGRAFIA”













| | |
|Daniel Galzerano Nicolette |R.A.: N004208 |
|Gleison José Colletti|R.A.: N004561 |
|Paulo dos Reis |R.A.: N004693 |





Piracicaba
2005
ÍNDICE




1. OBJETIVO 3

2. INTRODUÇÃO 3

2.1. Preparo do Corpo de Prova. 3
2.1.1. Escolha e localização da secção a ser estudada. 32.1.2. Realização de uma superfície plana e polida no lugar escolhido. 6
2.1.3. O Método de Baumann.___________________________________________________________________7

3. PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS 12

4. RESULTADO DA ANÁLIZE.____________________________________________________12

5. CONCLUSÃO 12

6. QUESTIONÁRIO 13

7.BIBLIOGRAFIA.______________________________________________________________14






























1. OBJETIVO
Examinar o aspecto de uma peça ou amostra metálica pelo método de Baumanm.

2. INTRODUÇÃO

2.1. Preparo do Corpo de Prova

A técnica do preparo de um corpo de prova de macrografia abrange as seguintes fases:
a) Escolha e localização a ser estudada;
b) Realização de uma superfícieplana e polida no lugar escolhido;


2.1.1. Escolha e localização da secção a ser estudada

Aí intervém o critério do operador, que será guiado em sua escolha pela forma da peça, pelos dados que ele quer colher e por outras considerações.
Far-se-á de preferência um corte transversal, se o objetivo é verificar:
a) A natureza do material: aço, ferro pudlado;
b) Se a secção éinteiramente homogênea ou não;
c) A forma e intensidade da segregação;
d) A posição, forma e dimensões das bolhas;
e) A forma e dimensões das dendritas;
f) A existência de restos do vazio;
g) Se a peça sofreu cementação, a profundidade e regularidade desta;
h) a profundidade da têmpera;
i) Se um tubo é inteiriço, caldeado ou soldado;
j) Certos detalhes de soldas de chapas (secçãotransversal à solda);
l) No caso de ferramentas de corte, calçadas, a espessura e regularidade das camadas caldeadas (secção perpendicular ao gume);
m) A regularidade e a profundidade de partes coquilhadas de ferro fundido, etc.

Um corte longitudinal será preferível quando se quer verificar, por exemplo:
a) Se uma peça é fundida, forjada ou laminada;
b) Se a peça foi estampada ou torneada;c) A solda de barras;
d) Como se processou um caldeamento de topo;
e) Eventuais defeitos nas proximidades de fraturas;
f) A extensão de tratamentos térmicos superficiais, etc.
O aspecto da secção longitudinal de barras com segregação depende da maneira pela qual o corte secciona esse defeito, como mostra o desenho da figura:1


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Figura: 1

Assim sendo, não é...
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